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Esporte

Gurupi e Tocantinópolis: Um Clássico de Peso no Futebol Tocantinense

A rivalidade mais tradicional do Tocantins ganha mais um capítulo nos gramados, com os dois maiores vencedores do campeonato estadual, depois do Palmas, se enfrentando novamente em uma etapa crucial do torneio.

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O Retorno de uma Semifinal Histórica após Decisão Polêmica do STJD

Gurupi e Tocantinópolis (TEC) são pilares na história do futebol do Tocantins, ostentando juntos 12 títulos estaduais, seis para cada um, o que os coloca como os maiores campeões do torneio, logo atrás do Palmas (oito conquistas). A rica trajetória de confrontos oficiais entre os clubes remonta a 1993, ano em que o TEC levou a melhor nos dois primeiros duelos. Ao longo das décadas, a rivalidade culminou em três semifinais e duas finais, com as vitórias mais notáveis sendo do Tocantinópolis em 1993 e do Gurupi em 2012.

Contando 51 jogos entre si, com hiatos em sete temporadas específicas (1998, 1999, 2007, 2008, 2017, 2019 e 2020), o histórico recente é ligeiramente favorável ao Tocantinópolis, que acumula 22 vitórias, contra 19 do Gurupi, além de 10 empates. No entanto, o Gurupi apresenta uma ligeira vantagem no saldo de gols, tendo marcado 74 vezes contra 67 do adversário.

O novo reencontro em uma semifinal — a quarta na história do clássico — só foi possível devido a uma decisão do Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD). A corte puniu o então classificado União-TO por escalação irregular de um atleta na fase inicial. Essa decisão promoveu o Gurupi ao G-4, colocando-o novamente no caminho do TEC na briga pela vaga na final. O Araguaína já garantiu sua presença na grande decisão e aguarda o vencedor desta disputa histórica.

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Esporte

Futebol Tocantinense recebe aporte de R$ 3 milhões e Gurupi ganha nova infraestrutura esportiva

Em um movimento estratégico para impulsionar o desporto regional, o Governo do Tocantins oficializou o repasse de recursos significativos para os clubes da primeira divisão e a modernização de um dos principais palcos do futebol no sul do estado. O anúncio, que une fomento financeiro e melhoria de infraestrutura, promete transformar o cenário das competições locais ainda em 2026.

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Governador Wanderlei Barbosa confirma investimentos para a elite do futebol estadual e anuncia cobertura total do Estádio Resendão durante a final da Copa do Craque.

O domingo, 1º de fevereiro, foi marcado por avanços significativos para o esporte no Tocantins. Durante a decisão da 39ª Copa do Craque, em Gurupi, o governador Wanderlei Barbosa, ao lado da primeira-dama Karynne Sotero, anunciou o destino de R$ 3 milhões para os times da elite do futebol tocantinense. A medida visa dar sustentabilidade financeira aos clubes e elevar o nível técnico das competições estaduais.

Além do incentivo direto às equipes, a infraestrutura da região sul recebeu uma notícia aguardada pela comunidade: a autorização para as obras de cobertura do Estádio Gilberto Resende Rocha, o popular Resendão. Com um investimento específico de R$ 2 milhões para esta finalidade, a gestão estadual estabeleceu a meta de entregar a estrutura completa até agosto deste ano, atendendo a uma demanda antiga dos torcedores e atletas gurupienses.

O palco do anúncio não poderia ser mais emblemático. A Copa do Craque – Taça Oswaldo Stival é o maior torneio de “futebol de terrão” do sul do estado, e sua final, no Setor Nova Fronteira, reuniu diversas autoridades. Em seu discurso, Wanderlei Barbosa reforçou o compromisso com o setor, revelando que o governo já trabalha no planejamento para apoiar também os clubes da segunda divisão, consolidando uma agenda esportiva abrangente.

A prefeita de Gurupi, Josi Nunes, que acompanhou a comitiva, celebrou a parceria com o Executivo Estadual. Segundo a gestora, investimentos desse porte não apenas fortalecem a prática esportiva, mas também fomentam a economia local e promovem a integração social por meio do lazer.

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Esporte

Nova Fronteira Sedia Decisão Eletrizante da Copa do Craque neste Domingo

O setor Nova Fronteira será o coração do esporte regional neste domingo, 1º de fevereiro, ao receber a aguardada final da Copa do Craque de Futebol. Após semanas de competição intensa, as equipes da Vila São Miguel, representante de Peixe, e do Javaés, de Formoso do Araguaia, entram em campo para disputar não apenas o troféu, mas o prestígio de um dos torneios mais tradicionais de Gurupi.

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Duelo entre Vila São Miguel e Javaés encerra a Taça Oswaldo Stival em clima de festa, tradição e premiação recorde para o futebol amador da região.

A definição dos finalistas ocorreu no último dia 25, em rodadas de semifinal que incendiaram as torcidas. A Vila São Miguel carimbou seu passaporte para a decisão ao superar o time de Dueré em um placar apertado de 2 a 1. Já o Javaés, equipe composta por atletas indígenas da Ilha do Bananal, demonstrou solidez defensiva e eficiência no ataque ao vencer Cariri do Tocantins por 2 a 0, consolidando-se como um forte candidato ao título deste ano.

O evento, fruto da parceria entre a Liga Esportiva Tocantins Araguaia (Leta) e o Bloco Enforcados, contará com uma programação que vai além das quatro linhas. As atividades começam cedo, às 8h10, com o confronto amistoso entre Bloco Sem Teto e Os Enforcados. Antes do apito inicial da final, o público poderá acompanhar uma apresentação cultural de danças tradicionais do povo Javaés e a cerimônia oficial com o Hino Nacional.

Wilson Castilho, presidente da Leta, reforça que o torneio já ultrapassou os limites de Gurupi, tornando-se um patrimônio do esporte amador regional. Segundo ele, a qualidade técnica das equipes finalistas é um reflexo do crescimento da competição. O dirigente faz um apelo para que as famílias compareçam ao estádio, transformando a manhã de domingo em uma grande celebração comunitária.

A disputa também envolve cifras significativas para a categoria. O grande campeão da Taça Oswaldo Stival levará para casa o prêmio de R$ 18 mil, enquanto o segundo colocado garantirá R$ 7 mil. Além da premiação em dinheiro, troféus e medalhas, a organização homenageará individualmente os destaques da Copa: o artilheiro, o melhor goleiro e o treinador que mais se destacou taticamente durante o certame.

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Esporte

Domínio Territorial e Virada Amarga: Flamengo Cede a Pressão no Morumbis

Em um duelo marcado pelo contraste entre a posse de bola refinada do Flamengo e o oportunismo cirúrgico do São Paulo, o Tricolor Paulista superou a pressão carioca para vencer de virada por 2 a 1. O confronto, que teve tons de drama até o apito final, terminou cercado de polêmicas e críticas severas à condução de Wilton Pereira Sampaio.

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Entre o brilho técnico e as falhas defensivas, o Rubro-Negro vê o São Paulo garantir os três pontos em casa sob protestos contra a arbitragem.

O Flamengo iniciou a partida ditando as regras no Morumbis. Com uma postura agressiva, o time comandado por Filipe Luís encurralou os donos da casa, registrando expressivos 68% de posse de bola na primeira etapa. A grande oportunidade de abrir o placar surgiu aos 13 minutos: Cebolinha, motor do ataque carioca, serviu Carrascal com precisão, mas o meia desperdiçou a chance clara diante de Rafael. O São Paulo tentava responder nas brechas deixadas, principalmente com Luciano, mas era o Rubro-Negro quem empilhava finalizações — oito contra apenas três do time paulista antes do intervalo.

No entanto, nem tudo foi harmonia no lado visitante. O atacante Gonzalo Plata viveu um primeiro tempo difícil, acumulando erros técnicos que renderam cobranças ríspidas de Filipe Luís à beira do gramado. A redenção do equatoriano veio após o intervalo. Aos nove minutos da etapa final, o Flamengo desenhou uma jogada coletiva de pé em pé: Alex Sandro cruzou, Pedro escorou com categoria e Plata, com um toque sutil, balançou as redes. O gol coroou um momento de superioridade que ainda contou com as estreias sazonais de Arrascaeta e Jorginho.

A festa rubro-negra, contudo, foi interrompida pela eficiência aérea tricolor. Dez minutos após o gol inaugural, Luciano subiu mais que Léo Pereira para empatar, anotando seu oitavo gol no histórico do confronto. O balde de água fria definitivo veio aos 25: em cruzamento de Marcos Antônio, Pulgar falhou na interceptação e a bola sobrou limpa para Danielzinho virar o marcador. A partir dali, o São Paulo recuou, montando um ferrolho defensivo para suportar o abafa final.

Os instantes finais foram de puro nervosismo. Plata e Arrascaeta tiveram chances de ouro para empatar, mas a pontaria falhou. O lance capital ocorreu nos acréscimos, quando o uruguaio caiu na área após dividida com Arboleda. O árbitro Wilton Pereira Sampaio mandou o jogo seguir, decisão que gerou uma revolta generalizada nos jogadores do Flamengo e resultou na expulsão de Jorginho por reclamação.

Após o apito final, o clima esquentou. Enquanto Jorginho disparava críticas contra a arbitragem brasileira, classificando a atuação do juiz como “incrível” em tom de desabafo, o herói são-paulino Luciano reconhecia a qualidade do adversário. Para o atacante tricolor, vencer “a melhor equipe do Brasil” exigiu um espírito de luta que prevaleceu sobre a técnica apurada do rival.

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