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Infraestrutura/Urbanismo

Município de Peixe assume responsabilidade integral pela travessia de balsas entre Gurupi e Peixe

Desde junho de 2025, a operação da travessia fluvial entre os municípios de Gurupi e Peixe passou a ser de competência direta da gestão municipal de Peixe. O termo de cessão de uso, firmado junto ao Governo do Estado, estabelece que a prefeitura detém o controle total sobre o serviço, cabendo ao órgão estadual apenas a fiscalização do cumprimento das cláusulas contratuais.

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Acordo firmado com a Ageto transfere gestão operacional, manutenção e segurança das embarcações para a administração municipal

A Agência de Transportes, Obras e Infraestrutura (Ageto) esclarece que as balsas utilizadas no trajeto foram cedidas ao Município de Peixe por meio de um termo formalizado em 18 de junho de 2025. Com vigência inicial de 12 meses e possibilidade de renovação, o documento determina que a prefeitura é a única responsável pela operação logística, o que inclui a manutenção preventiva e corretiva das embarcações, além da regularização documental perante a autoridade marítima.

O acordo prevê ainda que a escala de equipes habilitadas e a oferta de equipamentos de segurança são obrigações exclusivas da administração local. Dessa forma, a Ageto ressalta que eventuais interrupções no serviço, atrasos ou quaisquer impactos negativos na rotina dos usuários não estão sob a gestão direta do Estado. A responsabilidade por falhas operacionais recai, integralmente, sobre a gestão de Peixe.

Atualmente, o papel da Ageto limita-se ao acompanhamento e à fiscalização do termo de cessão. A agência monitora se as condições estabelecidas no documento estão sendo devidamente respeitadas, garantindo que o município cumpra suas atribuições legais enquanto gestor do transporte fluvial na região.

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Infraestrutura/Urbanismo

BR-153: Entre o Equilíbrio das Contas e o Ritmo das Obras no Tocantins

Com quase meio bilhão de reais aplicados e a marca de 400 mil atendimentos realizados, a gestão privada das BRs 153, 080 e 414 apresenta números robustos. No entanto, para o motorista que percorre o trecho tocantinense, o otimismo das planilhas contrasta com a realidade de uma rodovia que ainda inicia sua transição para a duplicação total, levantando o debate sobre o real impacto da concessão no desenvolvimento regional até o momento.

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Concessão da Ecovias do Araguaia completa quatro anos com R$ 500 milhões investidos, mas usuários questionam se a velocidade das entregas acompanha a importância logística da “Rodovia da Integração”.

Quatro anos após o início da concessão que transferiu a gestão das BRs 153, 080 e 414 para a Ecovias do Araguaia, o balanço operacional da companhia impressiona pelo volume. Desde outubro de 2021, quando assumiu a responsabilidade por 850,7 quilômetros de estradas entre Tocantins e Goiás, a empresa consolidou um modelo de suporte que anteriormente inexistia sob a tutela estatal. Com o início da cobrança de pedágio em 2022, a promessa foi transformar a principal rota do agronegócio em um corredor de alta performance, prevendo investimentos de R$ 7,8 bilhões em obras ao longo de 35 anos.

No território tocantinense, o avanço mais visível ocorreu em 2024. A concessionária entregou os primeiros 12,85 quilômetros de duplicação, concentrados nas regiões de Gurupi e Aliança do Tocantins, além de infraestruturas acessórias como vias marginais, passarelas e viadutos. Embora a ANTT tenha confirmado a antecipação de alguns cronogramas, o volume entregue ainda é uma fração tímida diante dos 173,98 quilômetros de duplicação previstos apenas para o Tocantins. Essa disparidade entre o que foi assinado e o que está disponível para o tráfego é o ponto central de insatisfação de quem utiliza a via diariamente.

Pelo prisma institucional, a mudança de patamar é evidente. A Ecovias destaca que a rodovia agora conta com monitoramento constante, socorro médico e mecânico ágil, além de uma manutenção preventiva que substituiu o antigo modelo de “tapa-buracos” emergenciais. Em 2024, a injeção de R$ 200 milhões nas frentes de trabalho gerou mais de mil empregos, reforçando o papel da estrada como motor econômico. Para o setor de transportes, a previsibilidade oferecida pelo suporte 24 horas reduz prejuízos com paradas imprevistas e aumenta a segurança jurídica das operações logísticas.

Contudo, a percepção do usuário tocantinense é pautada pela urgência. Como espinha dorsal da economia do estado, a BR-153 é o canal por onde flui a safra, o transporte interestadual e o abastecimento das cidades. O fato de o contrato prever que a maior parte das duplicações ocorra apenas até o décimo ano de concessão cria um hiato de espera que custa caro em termos de fluidez e segurança. Enquanto Goiás detém a maior fatia da duplicação prevista, o Tocantins observa o cronograma com rigor, ciente de que cada quilômetro de pista simples representa um gargalo para a competitividade local.

As perspectivas para o futuro imediato são de aceleração. Para 2026, a concessionária projeta a entrega de mais 60 quilômetros duplicados ao longo do sistema. Esse movimento indica que os primeiros anos foram dedicados à estruturação operacional e recuperação asfáltica básica, e que agora a fase de obras pesadas ganha corpo. Entretanto, a régua de avaliação do motorista subiu proporcionalmente ao valor das tarifas pagas nas praças de pedágio.

Em última análise, a BR-153 sob concessão é, inegavelmente, uma rodovia superior àquela gerida pelo poder público anos atrás, especialmente no quesito assistência ao usuário e conservação do pavimento. Mas o sentimento de “obra concluída” ainda está longe do horizonte. Para o Tocantins, a transformação real só será celebrada quando as máquinas derem lugar a pistas duplas contínuas, transformando a perigosa jornada de hoje em um trajeto de eficiência e segurança plena. Por ora, a estrada permanece em um estágio de transição: melhor do que era, mas ainda aquém do que se espera de um eixo bilionário.

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Infraestrutura/Urbanismo

Escuridão na BR-153 coloca em risco motoristas e pedestres em Gurupi

A ausência de iluminação adequada em trechos estratégicos da BR-153, no perímetro urbano de Gurupi, tem gerado insegurança e reclamações constantes entre aqueles que dependem da via durante a noite. Com a visibilidade reduzida, o risco de acidentes graves e atropelamentos aumenta significativamente, preocupando quem transita diariamente pela região.

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Moradores e condutores denunciam a falta de iluminação pública em trechos urbanos da rodovia federal, exigindo providências urgentes para garantir a segurança viária.

Quem precisa atravessar ou trafegar pela BR-153 em Gurupi, no sul do Tocantins, enfrenta um desafio perigoso ao cair da noite. A escuridão predominante em diversos pontos da rodovia, que corta a cidade, tornou-se o principal alvo de críticas de pedestres e motoristas. A falta de claridade compromete a sinalização visual e dificulta a percepção de obstáculos na pista, transformando o trajeto em um cenário de incertezas.

Para os pedestres, o problema é ainda mais acentuado. Sem a iluminação necessária, a travessia entre os setores vizinhos à rodovia ocorre sob constante medo. Muitos relatam que a escuridão favorece a ocorrência de assaltos e torna os transeuntes “invisíveis” para os condutores de veículos pesados, que circulam em alta velocidade pelo trecho federal.

Os motoristas, por sua vez, destacam que a iluminação deficiente impede uma reação rápida em situações de emergência. O trecho, que possui intenso fluxo de caminhões e carros de passeio, exige atenção redobrada, mas a falta de infraestrutura básica de iluminação urbana sobre a via federal acaba por sobrecarregar a responsabilidade de quem dirige.

Diante do descaso, a comunidade local espera que as autoridades responsáveis — seja no âmbito municipal ou federal — entrem em um acordo sobre a manutenção e instalação de novos pontos de luz. Até que medidas concretas sejam tomadas, a escuridão continua sendo uma ameaça real à integridade física de todos que utilizam um dos corredores rodoviários mais importantes do país.

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Infraestrutura/Urbanismo

Caminhão atinge passarela e interdita trecho da BR-153 em Gurupi

O impacto contra a travessia de pedestres mobilizou equipes de emergência e técnicos da concessionária, resultando no bloqueio parcial da rodovia federal e na necessidade de rotas alternativas para os condutores que trafegam pelo sul do Tocantins.

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Estrutura foi danificada após veículo sair da pista na manhã desta segunda-feira; motorista ficou ferido e trânsito segue por desvio

Um acidente registrado no início da manhã desta segunda-feira (13) comprometeu a segurança e o fluxo de veículos na BR-153, em Gurupi. Por volta das 6h20, um caminhão que trafegava no sentido sul da rodovia perdeu o controle na altura do km 672, saindo da pista e colidindo violentamente contra a estrutura de uma passarela de pedestres. Com o choque, a travessia precisou ser imediatamente interditada para avaliação técnica.

De acordo com informações da Polícia Rodoviária Federal (PRF), a principal hipótese para o acidente é que o condutor tenha dormido ao volante. O motorista, que sofreu ferimentos em decorrência da batida, foi socorrido por equipes de resgate e encaminhado ao Hospital Regional de Gurupi. Até o momento, não foram divulgadas atualizações detalhadas sobre o seu quadro clínico.

Devido aos danos estruturais e à presença do veículo no local, a pista principal foi bloqueada por questões de segurança. A concessionária Ecovias Araguaia, responsável pelo trecho, informou que o tráfego está sendo desviado para uma via paralela, permitindo que o fluxo de veículos continue sem interrupções totais. No entanto, ainda não há uma previsão exata para a conclusão dos trabalhos de remoção do caminhão e limpeza dos escombros.

Equipes da PRF e da Ecovias Araguaia permanecem no local realizando a sinalização e orientando os motoristas. A concessionária reforçou o pedido de cautela aos usuários da rodovia, recomendando atenção redobrada ao passar pelo trecho e respeito à sinalização temporária. Paralelamente, técnicos avaliam a extensão dos danos na passarela para definir as intervenções necessárias para garantir o retorno da travessia segura dos pedestres.

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