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Infraestrutura/Urbanismo

Saneamento de Excelência: Cidades do Tocantins se Destacam em Ranking de Sustentabilidade

Enquanto o Brasil ainda luta para universalizar o acesso à água e ao esgoto, duas importantes cidades tocantinenses rompem barreiras e atingem o topo do Índice de Desenvolvimento Sustentável. Graças a investimentos estratégicos e eficiência operacional, Palmas e Gurupi tornaram-se referências nacionais no cumprimento das metas da ONU para o setor.

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Gurupi e Palmas alcançam níveis elevados no IDSC-BR, impulsionadas por infraestrutura hídrica e avanços na gestão ambiental

O estado do Tocantins celebra um marco significativo no caminho para a sustentabilidade urbana. De acordo com o mais recente levantamento do Índice de Desenvolvimento Sustentável das Cidades – Brasil (IDSC-BR), os municípios de Gurupi e Palmas atingiram a classificação de desempenho “muito alto” no que diz respeito ao Objetivo de Desenvolvimento Sustentável (ODS) 6, que foca na disponibilidade de água potável e esgotamento sanitário. Este resultado é um reflexo direto da parceria entre a gestão pública e os investimentos realizados pela concessionária BRK, elevando o padrão de vida local acima da média nacional.

O IDSC-BR funciona como uma bússola para os gestores brasileiros, monitorando o progresso das metas da Agenda 2030 da ONU. No cenário atual, Palmas e Gurupi sobressaem-se por apresentarem indicadores de atendimento de água e tratamento de esgoto que superam os parâmetros técnicos exigidos pelo índice. Um dos pontos mais relevantes dessa evolução é a queda drástica nos registros de doenças causadas por saneamento inadequado, comprovando que a infraestrutura subterrânea tem impacto direto e positivo na saúde pública e na economia das famílias.

Um dos diferenciais competitivos das duas cidades é o controle rigoroso de perdas de água tratada. Enquanto o cenário brasileiro é alarmante — com uma média de desperdício superior a 40%, segundo o Sinisa — Palmas e Gurupi demonstram uma gestão operacional muito mais eficiente, com índices de 29% e 30%, respectivamente. Esse controle não apenas preserva o recurso hídrico, mas garante que a produção de água atenda à crescente demanda urbana de forma sustentável e econômica.

Além da excelência em saneamento básico, a capital tocantinense também conquistou nota máxima no ODS 14 (Vida na Água). O reconhecimento deve-se ao fato de Palmas tratar o esgoto de forma integral antes de devolvê-lo aos corpos hídricos, protegendo rios e córregos da região. Esse conjunto de conquistas consolida o Tocantins como um estado que não apenas planeja o futuro, mas executa ações concretas para garantir um meio ambiente preservado e uma população saudável para as próximas décadas.

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Infraestrutura/Urbanismo

BR-153: Entre o Equilíbrio das Contas e o Ritmo das Obras no Tocantins

Com quase meio bilhão de reais aplicados e a marca de 400 mil atendimentos realizados, a gestão privada das BRs 153, 080 e 414 apresenta números robustos. No entanto, para o motorista que percorre o trecho tocantinense, o otimismo das planilhas contrasta com a realidade de uma rodovia que ainda inicia sua transição para a duplicação total, levantando o debate sobre o real impacto da concessão no desenvolvimento regional até o momento.

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Concessão da Ecovias do Araguaia completa quatro anos com R$ 500 milhões investidos, mas usuários questionam se a velocidade das entregas acompanha a importância logística da “Rodovia da Integração”.

Quatro anos após o início da concessão que transferiu a gestão das BRs 153, 080 e 414 para a Ecovias do Araguaia, o balanço operacional da companhia impressiona pelo volume. Desde outubro de 2021, quando assumiu a responsabilidade por 850,7 quilômetros de estradas entre Tocantins e Goiás, a empresa consolidou um modelo de suporte que anteriormente inexistia sob a tutela estatal. Com o início da cobrança de pedágio em 2022, a promessa foi transformar a principal rota do agronegócio em um corredor de alta performance, prevendo investimentos de R$ 7,8 bilhões em obras ao longo de 35 anos.

No território tocantinense, o avanço mais visível ocorreu em 2024. A concessionária entregou os primeiros 12,85 quilômetros de duplicação, concentrados nas regiões de Gurupi e Aliança do Tocantins, além de infraestruturas acessórias como vias marginais, passarelas e viadutos. Embora a ANTT tenha confirmado a antecipação de alguns cronogramas, o volume entregue ainda é uma fração tímida diante dos 173,98 quilômetros de duplicação previstos apenas para o Tocantins. Essa disparidade entre o que foi assinado e o que está disponível para o tráfego é o ponto central de insatisfação de quem utiliza a via diariamente.

Pelo prisma institucional, a mudança de patamar é evidente. A Ecovias destaca que a rodovia agora conta com monitoramento constante, socorro médico e mecânico ágil, além de uma manutenção preventiva que substituiu o antigo modelo de “tapa-buracos” emergenciais. Em 2024, a injeção de R$ 200 milhões nas frentes de trabalho gerou mais de mil empregos, reforçando o papel da estrada como motor econômico. Para o setor de transportes, a previsibilidade oferecida pelo suporte 24 horas reduz prejuízos com paradas imprevistas e aumenta a segurança jurídica das operações logísticas.

Contudo, a percepção do usuário tocantinense é pautada pela urgência. Como espinha dorsal da economia do estado, a BR-153 é o canal por onde flui a safra, o transporte interestadual e o abastecimento das cidades. O fato de o contrato prever que a maior parte das duplicações ocorra apenas até o décimo ano de concessão cria um hiato de espera que custa caro em termos de fluidez e segurança. Enquanto Goiás detém a maior fatia da duplicação prevista, o Tocantins observa o cronograma com rigor, ciente de que cada quilômetro de pista simples representa um gargalo para a competitividade local.

As perspectivas para o futuro imediato são de aceleração. Para 2026, a concessionária projeta a entrega de mais 60 quilômetros duplicados ao longo do sistema. Esse movimento indica que os primeiros anos foram dedicados à estruturação operacional e recuperação asfáltica básica, e que agora a fase de obras pesadas ganha corpo. Entretanto, a régua de avaliação do motorista subiu proporcionalmente ao valor das tarifas pagas nas praças de pedágio.

Em última análise, a BR-153 sob concessão é, inegavelmente, uma rodovia superior àquela gerida pelo poder público anos atrás, especialmente no quesito assistência ao usuário e conservação do pavimento. Mas o sentimento de “obra concluída” ainda está longe do horizonte. Para o Tocantins, a transformação real só será celebrada quando as máquinas derem lugar a pistas duplas contínuas, transformando a perigosa jornada de hoje em um trajeto de eficiência e segurança plena. Por ora, a estrada permanece em um estágio de transição: melhor do que era, mas ainda aquém do que se espera de um eixo bilionário.

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Infraestrutura/Urbanismo

Escuridão na BR-153 coloca em risco motoristas e pedestres em Gurupi

A ausência de iluminação adequada em trechos estratégicos da BR-153, no perímetro urbano de Gurupi, tem gerado insegurança e reclamações constantes entre aqueles que dependem da via durante a noite. Com a visibilidade reduzida, o risco de acidentes graves e atropelamentos aumenta significativamente, preocupando quem transita diariamente pela região.

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Moradores e condutores denunciam a falta de iluminação pública em trechos urbanos da rodovia federal, exigindo providências urgentes para garantir a segurança viária.

Quem precisa atravessar ou trafegar pela BR-153 em Gurupi, no sul do Tocantins, enfrenta um desafio perigoso ao cair da noite. A escuridão predominante em diversos pontos da rodovia, que corta a cidade, tornou-se o principal alvo de críticas de pedestres e motoristas. A falta de claridade compromete a sinalização visual e dificulta a percepção de obstáculos na pista, transformando o trajeto em um cenário de incertezas.

Para os pedestres, o problema é ainda mais acentuado. Sem a iluminação necessária, a travessia entre os setores vizinhos à rodovia ocorre sob constante medo. Muitos relatam que a escuridão favorece a ocorrência de assaltos e torna os transeuntes “invisíveis” para os condutores de veículos pesados, que circulam em alta velocidade pelo trecho federal.

Os motoristas, por sua vez, destacam que a iluminação deficiente impede uma reação rápida em situações de emergência. O trecho, que possui intenso fluxo de caminhões e carros de passeio, exige atenção redobrada, mas a falta de infraestrutura básica de iluminação urbana sobre a via federal acaba por sobrecarregar a responsabilidade de quem dirige.

Diante do descaso, a comunidade local espera que as autoridades responsáveis — seja no âmbito municipal ou federal — entrem em um acordo sobre a manutenção e instalação de novos pontos de luz. Até que medidas concretas sejam tomadas, a escuridão continua sendo uma ameaça real à integridade física de todos que utilizam um dos corredores rodoviários mais importantes do país.

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Infraestrutura/Urbanismo

Caminhão atinge passarela e interdita trecho da BR-153 em Gurupi

O impacto contra a travessia de pedestres mobilizou equipes de emergência e técnicos da concessionária, resultando no bloqueio parcial da rodovia federal e na necessidade de rotas alternativas para os condutores que trafegam pelo sul do Tocantins.

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Estrutura foi danificada após veículo sair da pista na manhã desta segunda-feira; motorista ficou ferido e trânsito segue por desvio

Um acidente registrado no início da manhã desta segunda-feira (13) comprometeu a segurança e o fluxo de veículos na BR-153, em Gurupi. Por volta das 6h20, um caminhão que trafegava no sentido sul da rodovia perdeu o controle na altura do km 672, saindo da pista e colidindo violentamente contra a estrutura de uma passarela de pedestres. Com o choque, a travessia precisou ser imediatamente interditada para avaliação técnica.

De acordo com informações da Polícia Rodoviária Federal (PRF), a principal hipótese para o acidente é que o condutor tenha dormido ao volante. O motorista, que sofreu ferimentos em decorrência da batida, foi socorrido por equipes de resgate e encaminhado ao Hospital Regional de Gurupi. Até o momento, não foram divulgadas atualizações detalhadas sobre o seu quadro clínico.

Devido aos danos estruturais e à presença do veículo no local, a pista principal foi bloqueada por questões de segurança. A concessionária Ecovias Araguaia, responsável pelo trecho, informou que o tráfego está sendo desviado para uma via paralela, permitindo que o fluxo de veículos continue sem interrupções totais. No entanto, ainda não há uma previsão exata para a conclusão dos trabalhos de remoção do caminhão e limpeza dos escombros.

Equipes da PRF e da Ecovias Araguaia permanecem no local realizando a sinalização e orientando os motoristas. A concessionária reforçou o pedido de cautela aos usuários da rodovia, recomendando atenção redobrada ao passar pelo trecho e respeito à sinalização temporária. Paralelamente, técnicos avaliam a extensão dos danos na passarela para definir as intervenções necessárias para garantir o retorno da travessia segura dos pedestres.

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