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Saúde

Esperança e Acolhimento em Gurupi e Palmas: O Abrigo que Transforma Vidas

A incerteza da doença, a distância de casa e a necessidade de tratamento médico na capital. Para milhares de famílias no Tocantins, o desafio de buscar cura é amenizado por um projeto social que oferece mais do que hospedagem e refeições: a Casa de Apoio Nova Esperança emerge como um refúgio de conforto e dignidade.

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Um farol de humanidade para tocantinenses: mais de 800 acolhimentos em Palmas em apenas dois meses, somando mais de 10 mil em Gurupi, redefinindo o tratamento de saúde com dignidade.

O projeto social Casa de Apoio Nova Esperança, idealizado pelo deputado estadual Eduardo Fortes, consolida-se como um pilar de apoio para pacientes e acompanhantes em tratamento de saúde em Palmas e Gurupi. Em apenas dois meses de atividade na capital tocantinense, a unidade já contabilizou mais de 800 acolhimentos, oferecendo gratuitamente moradia, alimentação e suporte humano àqueles que dependem da rede pública de saúde. Este sucesso replica o modelo já estabelecido em Gurupi, onde a iniciativa, desde o início do mandato do deputado, já ultrapassou a marca de 10 mil atendimentos.

A Casa de Apoio em Palmas, inaugurada em 12 de agosto, materializa o compromisso de Eduardo Fortes com uma política mais próxima das necessidades reais da população. “Quando entrei para a política, prometi que faria diferente. E fazer diferente é estar presente na vida real das pessoas. A Casa de Apoio é a prova do meu compromisso inabalável com a dignidade humana”, ressalta o parlamentar, que vê na expansão do projeto para a capital um avanço na construção de uma política verdadeiramente humana.

Em meio à rotina de exames, cirurgias e consultas, a coordenadora do projeto em Palmas, Olga, testemunha diariamente histórias de superação e esperança. Pacientes recém-operados, mães com filhos em tratamento oncológico e famílias inteiras encontram na Casa não apenas a estrutura física necessária, mas um ambiente de afeto e escuta. “Aqui, nosso papel vai além de oferecer uma cama e comida. Entregamos acolhimento, escuta atenta, oração e cuidado integral. É comovente observar como um prato feito com carinho ou uma palavra de encorajamento pode restaurar a esperança de alguém”, emociona-se Olga.

Para garantir o bem-estar dos acolhidos, a Casa serve diariamente quatro refeições completas: café da manhã, almoço, lanche da tarde e jantar, preparadas com dedicação por uma equipe de colaboradores e voluntários. Contudo, a manutenção de toda a estrutura depende integralmente da solidariedade. “O projeto vive de doações. Toda forma de ajuda é fundamental, seja com alimentos, produtos de higiene e limpeza, enxovais, trabalho voluntário ou mesmo a divulgação da nossa causa. A solidariedade da comunidade é o que mantém este trabalho vivo”, explica a coordenadora.

As contribuições para a Casa de Apoio Nova Esperança podem ser direcionadas à Associação Nova Esperança do Tocantins (ANETO), a entidade responsável pela coordenação do projeto. Outra opção de colaboração é o contato direto com o gabinete do deputado Eduardo Fortes, através do telefone (63) 3212-5085. Cada gesto de generosidade, independente do volume, é essencial para dar continuidade a este trabalho de acolhimento humanizado.

A unidade em Palmas já se estabeleceu como um ponto de referência, atendendo famílias de mais de 35 municípios, principalmente das regiões sul e sudeste do Tocantins. A estrutura garante que pacientes e acompanhantes tenham acesso a dormitórios adequados, refeitório, banheiros e áreas de convivência que priorizam o conforto físico e o suporte emocional, essenciais durante períodos de vulnerabilidade. “Essa casa é um pedaço do meu coração entregue ao povo do Tocantins. Eu sei o quanto é crucial ter alguém segurando sua mão. A Casa Nova Esperança é uma mão estendida, um ombro amigo, uma rede de cuidado”, conclui Eduardo Fortes.

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Saúde

Justiça Intervém na Saúde de Gurupi e Exige Reformas Urgentes na UPA 24h

Diante de um cenário crítico que inclui desde mofo nas paredes até a ausência de oxigênio canalizado, o Judiciário acolheu o pedido do Ministério Público para garantir que a Unidade de Pronto Atendimento de Gurupi ofereça, finalmente, segurança e dignidade aos pacientes e servidores.

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Decisão liminar obriga Município e Fundação UnirG a sanarem falhas estruturais e falta de insumos em prazos rigorosos

A saúde pública em Gurupi passa por um momento de cobrança severa por parte do Poder Judiciário. Após uma fiscalização detalhada revelar condições alarmantes na Unidade de Pronto Atendimento (UPA 24h), uma decisão liminar determinou que a administração municipal e a Fundação UnirG — gestora da unidade — iniciem um processo imediato de recuperação do local. A intervenção é fruto de uma Ação Civil Pública movida pelo promotor Marcelo Lima Nunes, da 6ª Promotoria de Justiça, que baseou a acusação em relatórios técnicos preocupantes.

Os problemas listados pelo Ministério Público do Tocantins (MPTO) compõem um quadro de negligência administrativa e risco sanitário. Entre as irregularidades mais graves estão a falta de uma rede de gases medicinais canalizada, escassez de remédios básicos e a ausência de alvarás de funcionamento expedidos pela Vigilância Sanitária e pelo Corpo de Bombeiros. No aspecto físico, a unidade sofre com infiltrações severas e proliferação de mofo, além de operar com equipamentos de emergência insuficientes ou obsoletos.

O magistrado responsável pelo caso estabeleceu um cronograma rígido para que o serviço seja normalizado. As reformas estruturais precisam ser iniciadas no prazo de 30 dias, com um teto de quatro meses para a entrega total das obras, acompanhadas de um planejamento financeiro detalhado. Já o estoque de medicamentos e a manutenção de equipamentos devem estar em conformidade em até 60 dias. Para a regularização documental e profissional, o prazo concedido foi de apenas um mês.

Com essa medida, o MPTO espera interromper a trajetória de precariedade que coloca em xeque a vida dos cidadãos que dependem exclusivamente do SUS em Gurupi. O descumprimento das ordens poderá resultar em sanções para os gestores, que agora correm contra o tempo para adequar a unidade aos padrões mínimos de saúde e segurança exigidos por lei.

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Saúde

Lupa do Ministério Público sobre Obra de UBS em Gurupi

Com apenas 20% da estrutura edificada e o prazo de entrega batendo à porta, o Ministério Público do Tocantins abre inquérito para passar a limpo a gestão dos recursos federais e a viabilidade da Unidade Básica de Saúde do Setor Bela Vista.

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Investigação foca em atraso crítico e risco de abandono em projeto de R$ 2,2 milhões

O Ministério Público do Estado do Tocantins (MPTO) decidiu intervir oficialmente na fiscalização da construção da Unidade Básica de Saúde (UBS) do Setor Bela Vista, em Gurupi. A abertura de um inquérito civil busca investigar o descompasso alarmante entre o cronograma financeiro e a realidade do canteiro de obras. Embora 90% do tempo estipulado em contrato já tenha sido consumido, menos de um quinto da construção foi efetivamente realizado, levantando suspeitas sobre a aplicação das verbas federais destinadas ao projeto.

A obra, avaliada em R$ 2.283.728,00, entrou no radar de órgãos de controle após o Observatório Social de Palmas listar o projeto entre as 34 construções da área da saúde com alto risco de paralisação no estado. O cenário é agravado pelo fato de que a primeira parcela dos recursos já foi totalmente liberada, sem que o avanço físico acompanhasse o aporte financeiro. Dados da própria Secretaria Municipal de Saúde revelam que, até o final de 2025, o progresso era de parcos 15,5%, subindo timidamente para 19,77% em medições recentes.

O desafio logístico e técnico agora beira o impossível: a prefeitura precisa executar mais de 80% da obra em menos de três meses, visto que o contrato expira em 10 de maio de 2026. Diante da inércia, a 8ª Promotoria de Justiça de Gurupi exigiu explicações detalhadas da secretária de Saúde, Luana Nunes. O MP cobra um posicionamento técnico que justifique o rendimento pífio, especialmente entre setembro de 2025 e janeiro de 2026, quando a evolução foi de apenas 4,27%, sugerindo uma paralisação prática das atividades.

Além da pressão sobre o Executivo Municipal, o Tribunal de Contas do Estado (TCE-TO) foi acionado para realizar uma perícia técnica via sistema SICAP. O objetivo é cruzar os dados de execução e tempo para verificar se ainda existe viabilidade de entrega da unidade. O inquérito, que possui prazo de um ano para conclusão, poderá incluir vistorias presenciais e deve apurar se houve negligência administrativa ou má utilização do dinheiro público em uma infraestrutura essencial para a comunidade gurupiense.

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Saúde

Gurupi mobiliza força-tarefa e protege mais de 4 mil cães contra a leishmaniose

Com o objetivo de frear o avanço da leishmaniose visceral, a Prefeitura de Gurupi distribuiu gratuitamente, entre os dias 7 e 8 de fevereiro, mais de 4 mil coleiras repelentes em uma ação estratégica que uniu pontos fixos e visitas domiciliares, colocando o município na vanguarda da saúde pública preventiva no Tocantins.

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Primeira fase da campanha de encoleiramento de 2026 supera expectativas e reforça o combate ao calazar na capital da amizade

Neste último final de semana, a Secretaria Municipal de Saúde de Gurupi, por meio do Centro de Controle de Zoonoses (CCZ), deu início à primeira etapa do programa de encoleiramento canino de 2026. Ao todo, 4.142 animais foram equipados com coleiras impregnadas com deltametrina a 4%. O acessório é fundamental para a saúde pública, pois atua repelindo o mosquito-palha, principal transmissor do calazar, garantindo uma barreira de proteção que se estende tanto aos animais quanto aos seus tutores.

A operação foi montada de forma a facilitar o acesso dos moradores, contando com seis postos de atendimento espalhados por escolas municipais e centros de saúde, além de uma equipe volante que percorreu o setor Madrid no sistema casa a casa. Com um estoque total de 10.560 coleiras enviadas pelo Ministério da Saúde, a meta da gestão municipal é atingir a cobertura total dos cães da região. Cada dispositivo possui validade de seis meses, e uma nova remessa já é aguardada para o segundo semestre deste ano.

Os dados consolidados revelam uma adesão massiva nos postos de atendimento. A Escola Municipal Antônio de Almeidas Veras, no Centro, liderou as estatísticas com 980 cães atendidos, seguida de perto pelo CRAS Vila Nova, com 801 animais. Outras unidades, como as escolas Joel Ferreira e Agripino de Sousa Galvão, também registraram movimentação intensa, confirmando o sucesso da mobilização comunitária.

O coordenador do CCZ, Adriano Ramalho, celebrou os números iniciais e destacou que o trabalho não para por aqui. Segundo ele, a estratégia agora avança para novos bairros, incluindo o Sol Nascente, Campo Belo e Jardim dos Buritis. Ramalho enfatizou que a união entre o poder público e a conscientização da população é o diferencial para manter a doença sob controle. Aqueles que não conseguiram comparecer aos pontos no final de semana podem procurar a sede do CCZ, no setor Pedroso, a partir desta segunda-feira, portando documentos pessoais e comprovante de residência.

Para a secretária de Saúde, Luana Nunes, o pioneirismo de Gurupi serve de modelo para o estado. Ela reforçou que ser o primeiro município do Tocantins a realizar uma campanha desta magnitude exige um planejamento rigoroso e o empenho direto dos servidores. Nunes pontuou que o encoleiramento em massa é a ferramenta mais eficaz para reduzir os riscos de transmissão humana, transformando o cuidado individual com o pet em um benefício coletivo para toda a cidade.

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