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Polícia Civil procura investigada por tráfico de drogas e aliciamento de menores no Tocantins

A Polícia Civil do Estado do Tocantins intensificou as buscas para localizar Leidiane Pereira Pais, de 36 anos, investigada por atuar no tráfico de entorpecentes e por utilizar crianças e adolescentes para auxiliar no comércio ilegal de drogas.

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Com mandado de prisão preventiva em aberto, Leidiane Pereira Pais, de 36 anos, é procurada pelas forças de segurança de Gurupi.

De acordo com as apurações conduzidas pelos investigadores, a suspeita usava menores de idade para dar suporte à distribuição e comercialização das substâncias ilícitas. Diante dos indícios apresentados no inquérito, a Vara Regional das Garantias de Gurupi expediu o mandado de prisão preventiva contra a investigada, visando resguardar a ordem pública e assegurar a aplicação da lei penal.

No âmbito jurídico, Leidiane é enquadrada nos dispositivos da Lei nº 11.343/2006, que trata do tráfico de drogas e da associação para o tráfico, além de responder com base no artigo 244-B do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), referente ao crime de corrupção de menores.

As autoridades policiais reforçam o pedido de apoio à comunidade para colaborar com informações que levem à localização da procurada. As denúncias podem ser encaminhadas de forma anônima à Polícia Civil pelo telefone (63) 3312-4110, pelo número 197 ou por meio do canal 190, com a garantia de sigilo absoluto dos dados repassados.

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Homem de 56 anos é morto em Gurupi e suspeito de 27 anos é preso em flagrante

Gilmar Rodrigues Machado, de 56 anos, foi assassinado na manhã desta quinta-feira (17) na região central de Gurupi, desencadeando uma ação rápida da Polícia Militar que resultou na prisão do suspeito em um estabelecimento comercial.

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Crime ocorreu na Avenida Perimetral, no setor Vila São José; investigado foi localizado pela Polícia Militar em uma distribuidora

Na manhã desta quinta-feira (17), Gilmar Rodrigues Machado, de 56 anos, foi morto na Avenida Perimetral, situada no setor Vila São José, região central de Gurupi, no sul do Tocantins. O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) foi acionado para prestar atendimento à ocorrência, contudo constatou o óbito da vítima no próprio local. Enquanto matérias jornalísticas e registros policiais apontam que o crime foi cometido a facadas, há também cobertura da imprensa que menciona morte a tiros no título da publicação.

Logo após a ação criminosa, testemunhas repassaram à Polícia Militar características do suspeito, relatando que ele pilotava uma motocicleta vermelha e utilizava um capacete sem viseira. As informações indicaram ainda que o homem teria se dirigido a uma distribuidora. Uma equipe policial foi até o estabelecimento informado e efetuou a prisão em flagrante de um jovem de 27 anos.

O homem preso foi encaminhado à Central de Atendimento da Polícia Civil, onde foi lavrado o Auto de Prisão em Flagrante (APF). A investigação sobre as circunstâncias e motivações do homicídio ficará sob responsabilidade da 3ª Divisão de Homicídios e Proteção à Pessoa (3ª DHPP) de Gurupi.

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Despedida do K9 Raio: O Pitbull de Elite que Deixou um Legado de Bravura e Afeto no Tocantins

O cenário da segurança pública do Tocantins despediu-se, na última segunda-feira, 24 de agosto, de um de seus mais emblemáticos defensores de quatro patas. O cão policial aposentado K9 Raio, um pitbull que marcou época no combate ao crime organizado e passou seus últimos anos rodeado pelo carinho de um lar, faleceu em Gurupi em decorrência de complicações de saúde. Em reconhecimento ao seu histórico heroico, policiais militares prestaram uma última continência solene ao animal, que agora repousará no próprio batalhão onde serviu.

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Após ajudar a apreender mais de três toneladas de entorpecentes, o lendário cão policial da Força Tática de Gurupi recebe a última continência de seus companheiros de farda e será homenageado com um memorial.

Raio atuou por anos no Canil da Força Tática do 4º Batalhão da Polícia Militar (BPM) em Gurupi, situado no sul do estado. O cão era amplamente reconhecido por sua versatilidade e ostentava a classificação técnica de “tripla aptidão”. Além de sua destreza incomum no faro de armas e de substâncias ilícitas, ele era especialista em buscas e capturas de pessoas em áreas de mata fechada. O pitbull também se destacava em ações sociais comunitárias e de aproximação, participando ativamente de atividades com crianças e idosos. Ao longo de sua carreira operacional, o animal colaborou de forma integrada em investigações com a Polícia Civil, Polícia Federal e Polícia Rodoviária Federal (PRF), ajudando a retirar de circulação mais de 3 mil quilos de drogas.

Foto: Polícia Militar/Divulgação — Pitbull atuou no Canil da Força Tática do 4º BPM, em Gurupi

Foi justamente em meio a essas missões conjuntas que a trajetória de Raio cruzou o caminho de seu futuro tutor, o policial rodoviário federal João Eudes Duarte Neves. A convivência constante nos plantões e a afinidade que surgiu de forma espontânea entre os dois fizeram com que o agente decidisse adotá-lo assim que a Polícia Militar definiu que era o momento de aposentar o combatente de quatro patas. Nos últimos cinco anos, o implacável farejador deu lugar a um animal doméstico extremamente dócil e companheiro, que adorava brincar com as crianças na residência da família.

Foto: Arquivo pessoal/Divulgação

Apesar do merecido repouso, Raio enfrentava problemas de saúde desde a época em que foi adotado, passando por diversos tratamentos ao longo de sua aposentadoria. Recentemente, o quadro clínico do animal agravou-se de forma irreversível; debilitado pelas dores, ele parou de se alimentar e não resistiu. A partida do fiel companheiro deixou um profundo sentimento de dor, confortado apenas pela certeza de que ele pôde descansar de seu sofrimento. Segundo o policial militar Bruno Xavier, a última homenagem prestada a Raio foi um ato de gratidão pelos excelentes serviços prestados pelo cão às comunidades tocantinense e brasileira. O animal foi sepultado em uma área reservada no Canil da Força Tática do 4º BPM, onde os militares planejam construir um memorial físico para eternizar sua história de dedicação e bravura.

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Força-Tarefa Desarticula Rede Interestadual de Tráfego de Armas e Lavagem de Dinheiro

Uma ampla ação coordenada entre diferentes forças de segurança desarticulou uma sofisticada engrenagem criminosa de fornecimento de armamentos e lavagem de capitais. Batizada de Operação Arsenal, a ofensiva conjunta cumpriu mandados em municípios do Tocantins e Maranhão, revelando como dezenas de armas e coletes furtados de uma empresa privada de segurança passaram a servir de moeda de troca para o narcotráfico e para o fortalecimento de facções de atuação nacional em cinco estados.

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Operação Arsenal mobiliza 120 policiais em quatro cidades para desmontar esquema de armas roubadas no Tocantins que abasteciam facções nacionais e movimentavam milhões

As investigações que deram origem à operação tiveram como ponto de partida uma invasão altamente planejada à sede de uma empresa de vigilância privada localizada em Palmas, capital do Tocantins. Durante a ação, os criminosos cortaram o fornecimento de energia elétrica e desativaram os sistemas de monitoramento eletrônico para subtrair coletes balísticos e dezenas de armas de fogo. Rapidamente, esse arsenal foi enviado para fora do estado e passou a funcionar como moeda de troca para a quitação de dívidas antigas com o narcotráfico e para abastecer facções criminosas com forte presença nacional.

Coordenada pela Força Integrada de Combate ao Crime Organizado no Tocantins (FICCO/TO) — que reúne esforços das polícias Federal, Civil, Militar e Penal —, a ofensiva mobilizou cerca de 120 agentes públicos para cumprir 15 mandados de busca e apreensão. As diligências foram realizadas nos municípios tocantinenses de Palmas, Porto Nacional e Paraíso do Tocantins, além de Imperatriz, no Maranhão. O cruzamento de dados de inteligência identificou uma teia logística que conectava operadores do Tocantins e de Goiás a células criminosas localizadas também no Pará, Maranhão e Rio de Janeiro, garantindo o fluxo contínuo de armas e dinheiro.

No campo financeiro, o grupo utilizava um esquema sistemático de ocultação de patrimônio. Para ludibriar os órgãos de fiscalização e lavar os capitais ilícitos, a quadrilha movimentava recursos por meio de contas em nome de terceiros, pessoas jurídicas e sucessivos depósitos de valores fracionados. Essas contas registraram transações milionárias em curtos intervalos de tempo, sem qualquer compatibilidade econômica aparente, cujo montante era utilizado para retroalimentar o transporte de novas cargas de entorpecentes e armamentos. A força-tarefa mantém os trabalhos para localizar o restante dos armamentos subtraídos e identificar novos integrantes do esquema.

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