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Judiciário de Palmeirópolis adota Coleta Seletiva Solidária para impulsionar sustentabilidade local

A Comarca de Palmeirópolis deu um passo decisivo em direção à responsabilidade socioambiental nesta segunda-feira (22/6) com o lançamento do Projeto Coleta Seletiva Solidária. A ação, que agora alcança doze comarcas no Tocantins, visa transformar o descarte de materiais recicláveis e bens inservíveis em oportunidades de renda para cooperativas locais, alinhando a justiça estadual às metas globais de desenvolvimento sustentável e à descarbonização do Judiciário.

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Iniciativa do TJTO busca integrar preservação ambiental, inclusão social de catadores e eficiência na gestão de resíduos públicos

Na última segunda-feira, a Comarca de Palmeirópolis passou a integrar oficialmente a rede de unidades do Poder Judiciário do Tocantins que executam o Projeto Coleta Seletiva Solidária e Destinação de Bens Apreendidos Inservíveis. A iniciativa é promovida pela Comissão Gestora do Plano de Logística Sustentável (CGPLS) em conjunto com a Coordenadoria de Gestão Socioambiental e de Responsabilidade Social (Cogersa) e a Direção do Fórum local. O projeto reflete o compromisso da instituição com a economia circular e a redução dos impactos ambientais gerados pelas atividades institucionais.

Para a presidente da CGPLS, desembargadora Ângela Prudente, a implantação do projeto em Palmeirópolis simboliza uma política de pertencimento que une os pilares ambiental, social e econômico. Durante o evento, a magistrada enfatizou que a separação correta de resíduos é um gesto transformador, capaz de reduzir a pressão sobre recursos naturais e, simultaneamente, oferecer dignidade e sustento para as famílias que dependem da reciclagem. A ação está inserida no Plano de Descarbonização do Judiciário tocantinense, que busca zerar emissões de gases de efeito estufa.

O impacto social da medida também foi celebrado pelas lideranças locais. O juiz Frederico Paiva, diretor do Fórum, destacou que o fortalecimento das cooperativas garante emprego e renda, promovendo uma mudança cultural em favor da sustentabilidade. Edimilson Pereira Xavier, representante da Associação de Catadores e Coletores de Materiais Recicláveis de Palmeirópolis, reforçou que a parceria é um avanço vital para a valorização da categoria e para a destinação correta dos resíduos urbanos.

Além do lançamento oficial, a programação contou com o Workshop da Coleta Seletiva Solidária, ministrado pela equipe técnica da Cogersa. Durante a capacitação, foram discutidos temas como o monitoramento da pegada de carbono e o cumprimento dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU. Luciene Dantas, coordenadora da Cogersa, pontuou que o empenho do TJTO já resultou em um crescimento de 11% no Índice de Desempenho e Sustentabilidade (IDS) nos últimos três anos. O evento foi encerrado com a participação lúdica do mascote Justino e a presença de autoridades civis e militares.

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Cidades

MPTO investiga supostos maus-tratos e violência psicológica em creche municipal de Aliança do Tocantins

O Ministério Público do Tocantins deu início a uma investigação rigorosa para apurar denúncias graves envolvendo crianças matriculadas na rede pública de ensino. O foco da apuração são relatos de ameaças, violência psicológica e maus-tratos que teriam ocorrido dentro do Centro Municipal de Educação Infantil (CMEI) Elizabetha Reni Worst, em Aliança do Tocantins, mobilizando as autoridades de proteção à infância para garantir a integridade dos alunos.

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Denúncia encaminhada pela Ouvidoria Nacional dos Direitos Humanos motiva abertura de procedimento administrativo para apurar condutas no CMEI Elizabetha Reni Worst.

O Procedimento Administrativo nº 2026.0005172 foi instaurado oficialmente no dia 31 de julho de 2026 pela 9ª Promotoria de Justiça de Gurupi. A medida, assinada pela promotora de Justiça Ana Lúcia Gomes Vanderley Bernardes, surgiu após o recebimento de uma denúncia via Ouvidoria Nacional dos Direitos Humanos. Inicialmente tratada como “Notícia de Fato”, a demanda foi convertida em procedimento administrativo devido à necessidade de um acompanhamento contínuo das providências administrativas e protetivas que o caso exige.

Até o momento, a investigação está em fase de coleta de informações, não tendo sido divulgado o número exato de crianças supostamente afetadas, a identidade de possíveis agressores ou as circunstâncias específicas em que os episódios teriam ocorrido. De acordo com as fontes, o Ministério Público já expediu ofícios à Secretaria Municipal de Educação, à direção do centro infantil e ao Conselho Tutelar, solicitando esclarecimentos detalhados sobre os fatos narrados na denúncia.

O objetivo central do órgão ministerial é fiscalizar as medidas adotadas para a proteção dos menores e monitorar a apuração das condutas relatadas. A Promotoria aguarda o retorno das requisições enviadas para avaliar se serão necessárias novas diligências ou a adoção de medidas judiciais e administrativas complementares. O prazo estabelecido para a conclusão dos trabalhos é 31 de julho de 2027.

É importante ressaltar que, por envolver menores de idade, todos os dados que possam identificar as possíveis vítimas estão sendo mantidos sob sigilo. Além disso, o MPTO esclarece que a abertura deste procedimento não configura, por si só, uma responsabilização antecipada de gestores ou servidores da unidade de ensino, tratando-se de uma etapa essencial de averiguação dos fatos.

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Justiça determina despejo de agência do Banco do Brasil em Aliança do Tocantins por dívidas de aluguel

O Banco do Brasil enfrenta uma ordem de despejo em Aliança do Tocantins após falhas sistemáticas no pagamento dos aluguéis do imóvel onde funciona sua agência local. A decisão judicial ressalta que a importância social da instituição não justifica o uso gratuito de propriedade privada, obrigando o banco a desocupar o espaço devido à quebra de contrato.

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Sentença estabelece prazo de 30 dias para desocupação após o fim do processo judicial; débitos remanescentes referem-se a diversos meses de inadimplência.

A Justiça do Tocantins determinou a desocupação de um imóvel utilizado pelo Banco do Brasil em Aliança do Tocantins devido ao atraso recorrente no pagamento do aluguel. A sentença fixa um prazo de 30 dias para que a instituição financeira deixe o prédio, contados a partir do trânsito em julgado da decisão. O caso evidencia o rigor jurídico diante de descumprimentos contratuais, independentemente do porte da instituição envolvida.

Anteriormente, o banco buscou mitigar o problema através de uma ação de consignação em pagamento, efetuando depósitos judiciais de parte dos valores devidos. No entanto, esses depósitos foram considerados suficientes apenas para quitar o período compreendido entre julho de 2024 e setembro de 2025. A pendência financeira persiste em relação a quatro meses anteriores a esse período e a todos os aluguéis vencidos desde outubro de 2025, que continuam em aberto.

Ao proferir a decisão, o magistrado rebateu o argumento de que a desocupação traria prejuízos à população local. De acordo com o entendimento judicial, a relevância da agência para a cidade não desobriga a instituição de cumprir seus contratos locatícios, nem permite que o custo da ocupação seja transferido ao proprietário do imóvel de forma gratuita.

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Buscas por criança desaparecida no Rio Tocantins são retomadas nesta quinta-feira em Peixe

Buscas por criança desaparecida no Rio Tocantins são retomadas nesta quinta-feira em Peixe
Equipes de mergulhadores de Gurupi reiniciam os trabalhos após o desaparecimento de uma menor na tarde de quarta-feira; familiares tentaram o resgate antes da chegada do socorro.

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Foto: Divulgação/Ilustrativa

Equipes de mergulhadores de Gurupi reiniciam os trabalhos após o desaparecimento de um menor de sete anos na tarde de quarta-feira; familiares tentaram o resgate antes da chegada do socorro.

A tragédia aconteceu por volta das 15h, quando quatro crianças que se banhavam em um trecho considerado raso do rio foram surpreendidas e arrastadas por uma forte correnteza para uma parte mais profunda. Em meio ao pânico, a irmã das crianças conseguiu salvar dois dos irmãos. Uma tia do grupo, mesmo sem saber nadar, entrou na água na tentativa de resgatar a terceira criança, mas acabou se afogando e precisou ser socorrida pelo marido, que a retirou do rio cerca de 300 metros abaixo do ponto inicial. O homem ainda realizou diversos mergulhos no local, mas não conseguiu encontrar o menor.

Três militares mergulhadores de Gurupi foram acionados ainda na quarta-feira e realizaram varreduras em um trecho de até 8 quilômetros de distância do ponto onde a vítima foi vista pela última vez, nas proximidades de um rancho. Devido à falta de visibilidade, os trabalhos foram suspensos ao cair da noite e reiniciados nas primeiras horas do dia de hoje.

Além dos bombeiros, canoeiros locais e socorristas da região prestam apoio nas buscas. A Polícia Civil e a Perícia Técnica já foram notificadas sobre a ocorrência e devem atuar assim que houver a localização da vítima. O caso segue em andamento, e as autoridades locais acompanham de perto os desdobramentos da operação de resgate.

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