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Polícia Civil do Tocantins prende foragido após cinco anos de buscas

Após cinco anos em fuga, um homem acusado de homicídio e tentativa de assassinato foi localizado e preso em Araguari (MG), em ação conjunta entre as polícias civis do Tocantins e de Minas Gerais.

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Homem de 30 anos foi capturado em Minas Gerais durante a segunda fase da Operação Caça-Fantasma

A 3ª Divisão Especializada de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) de Gurupi efetuou nesta quarta-feira (3) a prisão de um foragido de 30 anos, que acumulava quatro mandados de prisão por crimes graves, incluindo homicídio e participação em organização criminosa armada.

O homem era investigado por um assassinato ocorrido no setor Bela Vista, em Gurupi, além de três tentativas de homicídio registradas em outubro de 2019 — uma tripla no setor Nova Fronteira e outra dupla no setor Bela Vista.

A captura ocorreu no município de Araguari, em Minas Gerais, durante a segunda fase da Operação Caça-Fantasma, deflagrada pela DHPP de Gurupi com o objetivo de localizar criminosos considerados de alta periculosidade. O nome da operação faz alusão à dificuldade em encontrar foragidos que tentam “desaparecer” do alcance da Justiça, mas reforça a seriedade da ação policial.

A prisão contou com apoio da Polícia Civil de Minas Gerais, por meio da Delegacia Regional de Araguari, e da Polícia Militar mineira. O delegado José Júnior, que coordenou a operação, destacou a relevância da integração entre diferentes forças de segurança para garantir o êxito da ação.

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PM do Tocantins Investiga Entrada de Celular e Carregadores em Cela de Policial Suspeito de Homicídio

A Polícia Militar do Tocantins instaurou procedimentos administrativos para apurar como um aparelho celular e dois carregadores de pistola calibre .40 entraram na cela de um policial militar preso no 4º Batalhão da PM, em Gurupi. O flagrante ocorreu na manhã de segunda-feira, 1º de junho, durante o cumprimento de um mandado de busca e apreensão relacionado à investigação do assassinato de Sidiney de Oliveira Silva, brigadista do Ibama morto em 2024.

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Material foi apreendido durante operação que apura a execução de brigadista do Ibama; investigado já estava preso por outro crime no 4º Batalhão da PM, em Gurupi.

O policial alvo da ação já se encontrava em prisão provisória em razão de uma investigação anterior sobre um homicídio ocorrido em Sandolândia, no ano passado. Durante a inspeção realizada pela Polícia Civil na unidade militar, foram localizados apenas o aparelho celular e os carregadores vazios, sem a presença de armas de fogo no local. A ordem judicial para a busca foi expedida pela 1ª Escrivania Criminal de Formoso do Araguaia.

As investigações conduzidas pela 3ª Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) de Gurupi apontam que o militar é o suposto executor do assassinato de Sidiney. O crime, ocorrido em 15 de junho de 2024, teria sido motivado por denúncias feitas pelo brigadista acerca da criação irregular de gado em terras indígenas na Ilha do Bananal.

Além do policial, dois agropecuaristas são investigados por suposto envolvimento no crime, na condição de mandante e intermediário do homicídio. Um deles foi preso em flagrante por posse ilegal de munições durante a operação.

Em posicionamento oficial, a Polícia Militar informou que adotará as providências administrativas cabíveis para responsabilizar os envolvidos pela entrada do material proibido na cela, assegurando o direito ao contraditório e à ampla defesa. A corporação enfatizou que não compactua com desvios de conduta e que continua colaborando com a Polícia Civil no inquérito que apura a morte do brigadista.

O material apreendido será submetido à perícia técnica para auxiliar na conclusão das investigações.

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Manobra Evasiva de Viatura da PM Evita Tragédia, mas Derruba Semáforo em Gurupi

Na noite da última segunda-feira, uma ocorrência policial em Gurupi terminou em danos materiais significativos após uma viatura da Polícia Militar colidir contra a estrutura de um semáforo. O acidente ocorreu quando a equipe da Rádio Patrulha, em deslocamento de emergência, precisou desviar bruscamente de um veículo civil para evitar uma colisão direta no cruzamento das avenidas Beira Rio e Pará.
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Incidente no centro da cidade levanta debate sobre os limites da prioridade de veículos de emergência em cruzamentos sinalizados

O incidente mobilizou as forças de segurança no coração de Gurupi após a viatura, que seguia para o atendimento de uma chamada com sinais sonoros e luminosos devidamente acionados, chocar-se contra um poste de sustentação de ferro. Ao ingressar no cruzamento, os militares depararam-se com um automóvel conduzido por uma mulher que atravessava a via sob o amparo do sinal verde para sua direção. Em uma decisão de frações de segundo, o condutor da viatura realizou uma manobra defensiva para poupar a integridade da motorista, perdendo o controle do veículo oficial e atingindo a base da sinalização.

Apesar da violência do impacto, que resultou na destruição do suporte do semáforo e em danos severos na parte frontal da viatura, nenhum dos policiais envolvidos sofreu ferimentos graves. Outras unidades da Polícia Militar compareceram ao local para isolar a área, registrar o boletim de ocorrência e organizar o fluxo de veículos, que ficou prejudicado na região central. A perícia técnica foi acionada e deve emitir um laudo detalhado descrevendo as causas exatas e a dinâmica do fato.

Este episódio traz à tona a complexidade do Artigo 29 do Código de Trânsito Brasileiro (CTB), que, embora garanta prioridade e livre circulação a veículos de socorro e polícia em serviço, estabelece que tal direito não é absoluto. Especialistas e manuais de direção defensiva reforçam que, mesmo em situações de extrema urgência, o condutor de veículos oficiais deve reduzir a velocidade ao aproximar-se de cruzamentos, certificando-se de que os demais motoristas notaram sua aproximação. A manobra rápida do militar evitou um desfecho fatal, mas o caso reforça a necessidade contínua de capacitação para o gerenciamento de riscos em operações de patrulhamento urbano.

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Servidor municipal de Formoso do Araguaia é preso em flagrante por tráfico de drogas

Na última quinta-feira, uma operação da Polícia Militar em Formoso do Araguaia resultou na prisão de Romaryo Gomes da Cruz, funcionário da prefeitura local. A ofensiva, motivada por denúncias anônimas, revelou o uso de uma residência como ponto de venda de drogas, culminando na apreensão de entorpecentes, dinheiro e equipamentos de pesagem, reforçando o combate à criminalidade na região sul do Tocantins.

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Ação estratégica da ROTAM desarticula ponto de comercialização de entorpecentes; servidor público confessou a posse de substâncias análogas à maconha e cocaína.

A intervenção ocorreu no dia 21 de maio, durante o desdobramento da Operação RENOE, coordenada pelo Comando de Policiamento Especializado (CPE). As equipes da Rondas Ostensivas Táticas Metropolitanas (ROTAM), pertencentes ao Batalhão de Choque, realizavam patrulhamento tático quando receberam informações sobre uma movimentação suspeita em um imóvel da cidade. Ao chegarem ao endereço indicado, os policiais avistaram um indivíduo saindo da casa, que fugiu pelos fundos ao perceber a presença das viaturas, não sendo localizado até o momento.

Apesar da fuga, o forte odor de entorpecentes vindo do interior da residência levou os militares a realizar uma vistoria no local, devidamente autorizada pelos proprietários. Durante a busca minuciosa em um cômodo utilizado como despensa, a equipe encontrou diversas porções de maconha, um pedaço de cocaína, uma balança de precisão e uma quantia em dinheiro em espécie — itens que caracterizam a atividade de tráfico.

Romaryo Gomes da Cruz, identificado como servidor público da Prefeitura de Formoso do Araguaia, estava no imóvel e assumiu a propriedade do material ilícito. Ele recebeu voz de prisão e foi conduzido à Delegacia de Polícia Civil de Gurupi. Após o depoimento, o suspeito foi autuado em flagrante e transferido para a Unidade Penal Regional de Gurupi, onde permanece à disposição da Justiça.

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