Conecte-se conosco

Policial

Prisão na BR-153: Acusado de Importunação Sexual é Detido com Mandado em Aberto

Uma viagem que partiu de São Paulo com destino ao Maranhão foi interrompida em solo tocantinense após duas mulheres denunciarem abusos cometidos por um passageiro; a abordagem policial revelou que o suspeito já era procurado por crimes de violência doméstica.

Publicado há

em

Foto: Divulgação

Fiscalização da PRF em Gurupi resulta na captura de foragido da justiça após denúncia de passageiras em ônibus interestadual

A Polícia Rodoviária Federal (PRF) efetuou a prisão de um homem de 50 anos na tarde do último domingo (15), durante uma fiscalização de rotina no km 666 da BR-153, em Gurupi. O flagrante ocorreu por volta das 14h50, quando os agentes interceptaram um ônibus que realizava o itinerário entre São Paulo (SP) e São Luís (MA). Durante a inspeção, duas passageiras buscaram a equipe para relatar que vinham sendo vítimas de importunação sexual por parte do indivíduo.

Segundo os depoimentos colhidos no local, o homem teria realizado toques indesejados e mantido uma conduta agressiva e inadequada ao longo do trajeto. Ao aprofundarem a verificação dos dados cadastrais do suspeito, os policiais descobriram uma pendência ainda mais grave com a Justiça: havia um mandado de prisão preventiva em aberto contra ele. O documento, expedido pela 2ª Vara Mista de Sousa (Tribunal de Justiça da Paraíba), refere-se a crimes de violência doméstica e possui validade até o ano de 2028.

Diante dos fatos, o passageiro recebeu voz de prisão e foi conduzido à Delegacia da Polícia Civil de Gurupi, onde as medidas cabíveis foram tomadas para o cumprimento da ordem judicial e a apuração do novo crime relatado. As vítimas também prestaram depoimento formal antes de seguirem viagem para seus destinos finais.

Entenda a Lei

O crime de importunação sexual, tipificado pelo artigo 215-A do Código Penal desde 2018, caracteriza-se pela prática de atos libidinosos na presença de alguém e sem a sua anuência. Diferente do assédio, que exige uma relação de hierarquia, a importunação pode ocorrer em qualquer ambiente — como transportes públicos — e prevê pena de reclusão de um a cinco anos.

A ação em Gurupi coincide com o período de intensificação das operações Rosas de Aço e Alerta Lilás, promovidas pela PRF neste mês. Ambas as iniciativas visam reforçar a segurança das mulheres nas rodovias federais e conscientizar a população sobre a importância da denúncia imediata. Autoridades orientam que, em casos de abuso dentro de veículos de transporte coletivo, a vítima ou testemunhas devem comunicar o motorista imediatamente e solicitar a parada na unidade policial mais próxima ou ligar para o número 191.

Continue lendo
Anúncio
Clique para comentar

Deixe uma Resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Policial

Atentado a tiros contra casa e clínica de professora de Medicina mobiliza forças policiais em Gurupi

Na madrugada de quarta-feira, a tranquilidade do Setor Parque Primavera, em Gurupi, foi rompida por mais de 20 disparos de arma de fogo disparados contra a residência e a clínica de uma professora e médica da Universidade de Gurupi (UnirG). A rápida mobilização das forças de segurança levou à localização de um médico e de um acadêmico de Medicina em uma casa noturna da cidade, flagrados com uma pistola municiada, enquanto a Polícia Civil investiga se o crime tem relação com notas atribuídas no meio universitário.

Publicado há

em

Por:

Mais de 20 disparos atingiram o imóvel durante a madrugada; médico e acadêmico foram localizados em casa noturna com arma municiada, e a polícia apura suspeita de retaliação por notas baixas

O ataque ocorreu por volta de 1h30 a 1h50, atingindo diretamente o imóvel onde funciona a residência da docente e uma clínica médica pertencente aos proprietários. Ao menos 21 disparos perfuraram o portão principal, a estrutura do muro, as paredes da clínica anexa e atingiram três automóveis estacionados na garagem. Apesar do elevado número de projéteis e dos severos danos materiais provocados, não houve o registro de feridos.

Logo após o chamado de emergência, guarnições da Polícia Militar do Tocantins (PMTO) iniciaram as diligências e recolheram imagens gravadas pelo circuito de segurança da região. A análise dos vídeos permitiu identificar os veículos utilizados na ofensiva e culminou na localização de um sedan Volkswagen Jetta branco, estacionado nas imediações de uma casa noturna no Setor Jardim Eldorado. Durante a inspeção veicular, os policiais apreenderam uma pistola calibre 9 mm municiada e carregadores.

No veículo estavam o médico José Aristides Campelo Cabral e o estudante universitário Pedro Campelo Cabral, que foram conduzidos à delegacia de plantão para prestar depoimento. Na sequência das diligências, equipes da Polícia Civil com apoio da 3ª Divisão Especializada de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) de Gurupi localizaram o segundo veículo envolvido na ação: uma caminhonete Volkswagen Amarok branca, sem placas, abandonada no Setor Nova Fronteira, onde peritos recolheram novos projéteis.

O inquérito policial está a cargo da 3ª DHPP. Entre as principais linhas de apuração está a versão de que a professora teria atribuído notas baixas ao estudante em avaliações acadêmicas da UnirG. Contudo, a Secretaria da Segurança Pública do Tocantins (SSP/TO) ressaltou que laudos periciais, filmagens e depoimentos continuam sendo analisados e que a eventual participação direta dos suspeitos e a autoria dos disparos ainda não contam com confirmação oficial.

O episódio gerou repercussão institucional no Estado. Em pronunciamento, o Conselho Regional de Medicina do Tocantins (CRM-TO) manifestou profunda preocupação com o ataque envolvendo uma médica e sua família, ressaltando a gravidade das suspeitas que recaem sobre profissionais e estudantes da área de saúde. O conselho informou que acompanha o caso de perto e adotará as providências éticas e disciplinares cabíveis no âmbito de suas atribuições legais.

Foto: Divulgação.

Continue lendo

Policial

Ação integrada das polícias civis resulta na prisão de 107 foragidos no Tocantins

Uma ofensiva coordenada de segurança pública retirou de circulação 107 foragidos da Justiça em território tocantinense. Realizada ao longo de um mês a partir de ações estratégicas de inteligência, a mobilização nacional uniu esforços das polícias civis para cumprir mandados judiciais prioritários, desarticular lideranças criminosas e combater a criminalidade violenta no estado.

Publicado há

em

Por:

Primeira edição da Operação Captura mirou acusados de crimes violentos, chefes de facções e agressores de mulheres em diversos municípios

A mobilização fez parte da 1ª Operação Nacional do Projeto Captura, iniciativa coordenada pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP) e executada de maneira conjunta pelas Polícias Civis das 27 unidades da Federação. No Tocantins, as diligências foram conduzidas pela Polícia Civil local entre os dias 24 de agosto e 25 de setembro. O plano de ação priorizou o cumprimento de ordens judiciais contra pessoas ligadas a crimes violentos, lideranças de facções criminosas e autores de violência contra a mulher.

Entre os registros de prisão efetuados no estado, os crimes com maior incidência foram homicídio, tráfico de entorpecentes, estupro, roubo e estelionato. As equipes policiais também efetuaram detenções motivadas por furto, extorsão, lavagem de dinheiro, receptação, crimes de trânsito e posse ou comércio ilegal de armas de fogo.

As capturas ocorreram em vários municípios do estado e abrangeram também alvos interestaduais. Com o suporte de informações do setor de inteligência policial, foi possível localizar e prender indivíduos procurados pela Justiça tocantinense que estavam escondidos em outros estados do país, integrando a estratégia nacional de combate ao crime violento.

Foto da Reportagem: Meramente ilustrativa.

Continue lendo

Policial

Polícia Civil procura investigada por tráfico de drogas e aliciamento de menores no Tocantins

A Polícia Civil do Estado do Tocantins intensificou as buscas para localizar Leidiane Pereira Pais, de 36 anos, investigada por atuar no tráfico de entorpecentes e por utilizar crianças e adolescentes para auxiliar no comércio ilegal de drogas.

Publicado há

em

Por:

Foto: Divulgação

Com mandado de prisão preventiva em aberto, Leidiane Pereira Pais, de 36 anos, é procurada pelas forças de segurança de Gurupi.

De acordo com as apurações conduzidas pelos investigadores, a suspeita usava menores de idade para dar suporte à distribuição e comercialização das substâncias ilícitas. Diante dos indícios apresentados no inquérito, a Vara Regional das Garantias de Gurupi expediu o mandado de prisão preventiva contra a investigada, visando resguardar a ordem pública e assegurar a aplicação da lei penal.

No âmbito jurídico, Leidiane é enquadrada nos dispositivos da Lei nº 11.343/2006, que trata do tráfico de drogas e da associação para o tráfico, além de responder com base no artigo 244-B do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), referente ao crime de corrupção de menores.

As autoridades policiais reforçam o pedido de apoio à comunidade para colaborar com informações que levem à localização da procurada. As denúncias podem ser encaminhadas de forma anônima à Polícia Civil pelo telefone (63) 3312-4110, pelo número 197 ou por meio do canal 190, com a garantia de sigilo absoluto dos dados repassados.

Continue lendo
Anúncio Banner TV Assembleia
Anúncio

Populares