Saúde

Cuidado Além do Processo: DPE-TO em Gurupi Promove Diálogo sobre Saúde Mental

Em um gesto que transcende a assistência jurídica, a Defensoria Pública em Gurupi aproveitou a manhã desta quinta-feira, 29, para acolher quem busca por direitos com uma pauta vital: a saúde da mente. Através de orientações práticas e acolhimento psicológico, a iniciativa reforça que o bem-estar emocional é o alicerce para a dignidade humana.

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Foto: Divulgação

Equipe multidisciplinar realiza ação do Janeiro Branco para conscientizar assistidos sobre a importância do equilíbrio emocional e do autocuidado.

A sede da Defensoria Pública do Estado do Tocantins (DPE-TO) em Gurupi transformou-se, nesta quinta-feira, 29, em um espaço de escuta e reflexão. Como parte das atividades do Janeiro Branco, a psicóloga Isabel Cristina Izzo, integrante da Equipe Multidisciplinar da instituição, conduziu uma roda de conversa voltada aos cidadãos que aguardavam atendimento. O objetivo central foi desmistificar tabus sobre o sofrimento psíquico e incentivar a busca por ajuda especializada.

Durante a ação, os presentes receberam cartões personalizados com mensagens de incentivo ao autocuidado. O material destacava que, embora o apoio externo seja fundamental, a percepção interna sobre a própria dor e a coragem de pedir auxílio são os primeiros passos para a cura. A psicóloga abordou temas cruciais, como a identificação de sintomas de estresse e angústia, oferecendo estratégias para lidar com as pressões do cotidiano e reforçando que a agilidade na busca por apoio psicológico pode evitar o agravamento de quadros emocionais.

O movimento Janeiro Branco, que completa 12 anos em 2026, traz como tema central “Paz, Equilíbrio e Saúde Mental”. A escolha da cor branca não é por acaso: ela simboliza uma “folha em branco”, uma metáfora para a possibilidade de cada indivíduo reescrever sua trajetória e estabelecer novas metas de bem-estar no início de um novo ciclo anual. A campanha busca humanizar as relações e incentivar hábitos saudáveis, como a higiene do sono e a prática de exercícios, como formas de prevenção ao adoecimento mental.

Foto: Divulgação

Vale ressaltar que a relevância do tema ganhou força jurídica com a Lei 14.556/2023, que institucionalizou a campanha em âmbito nacional. Para a Defensoria Pública, promover esses debates é reafirmar que o acesso à justiça caminha lado a lado com a qualidade de vida. Afinal, cuidar da mente não é um privilégio, mas uma necessidade básica para que o cidadão possa exercer plenamente sua cidadania.

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