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PMTO, juntamente com outras instituições, auxilia nas operações de busca e resgate das vítimas do desabamento da ponte que liga o Tocantins ao Maranhão

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A Polícia Militar do Tocantins, informa que, por volta das 14h50 do último domingo, 22,  a ponte que liga as cidades de Aguiarnópolis, no estado do Tocantins e a cidade de Estreito, no Maranhão, na BR-226, cedeu parcialmente e caiu sobre o Rio Tocantins. A situação está sendo monitorada pelas autoridades competentes.

Um homem, de 36 anos, foi encontrado com vida. Ele estava com uma fratura na perna, sendo conduzido por populares ao hospital do município de Estreito. As equipes de resgate seguem empenhadas nas buscas pelos desaparecidos.

Ao todo 10 veículos, entre carros, caminhões e motocicletas, foram atingidos com o desabamento da ponte, com um total de 18 vítimas.

A Polícia Militar, juntamente com o Corpo de Bombeiros, Polícia Rodoviária Federal e outras instituições, está atuando de forma integrada para auxiliar nas operações de busca e resgate.

CONFIRA AS ATUALIZAÇÕES SOBRE AS OPERAÇÕES DE BUSCA E RESGATE

ATUALIZAÇÃO 22/12 (20h22):

As buscas relacionadas ao acidente na ponte foram temporariamente suspensas após mergulhadores do Corpo de Bombeiros identificarem que os dois caminhões que caíram no rio transportavam produtos perigosos. Dois dos veículos estão carregados com ácido sulfúrico.

Considerando os riscos associados ao manuseio e à proximidade com esses materiais, a suspensão das buscas foi determinada até que equipes especializadas cheguem ao local.

ATUALIZAÇÃO 23/12 (11h44)

A Polícia Militar informa que a partir desta segunda-feira, 23, foi montado nas imediações do local do incidente, um Centro de Operações e Controle, com a participação de várias forças de segurança e órgãos afins para deliberar sobre a operação de resgate e ações de trânsito e bloqueio viário para melhor fluidez do trânsito, sob a coordenação do Corpo de Bombeiros.

O Centro de Operações de Controle é composto por Polícia Militar do Tocantins, Corpo de Bombeiros Militar do Tocantins; Corpo de Bombeiros Militar do Maranhão; Defesa Civil Estadual e Municipal de Aguiarnópolis; Polícia Civil do Tocantins; Marinha do Brasil; Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes e a Polícia Rodoviária Federal.

ATUALIZAÇÃO 24/12 (11h30)

A Polícia Militar informa que um segundo óbito foi confirmado. A vítima, criança do sexo feminino de 11 anos, foi localizada nesta terça-feira, 24, às 6h24, após emergir nas imediações da ponte, próximo à Aguiarnópolis.
No momento do acidente, ela estava acompanhada dos avós, e estavam em um caminhão Dafra, que estava carregado de portas de MDF.

Um terceiro óbito também foi confirmado. O corpo do masculino, de 42 anos, foi localizado às 8h59, também emergiu nas imediações da ponte, próximos à Aguiarnópolis, nesta terça-feira, 24. A vítima era motorista do Caminhão de Defensivos Agrícolas.

Outra vítima, mulher de 45 anos, foi localizada na manhã desta terça-feira, 24, às 11h20, também emergiu nas imediações da ponte, próximos à Aguiarnópolis. A vítima estava dirigindo o Caminhão Mercedes, com ácido sulfúrico, no momento do acidente.

ATUALIZAÇÃO 25/12 (13h)

A Polícia Militar informa que a Marinha do Brasil, assumiu o comando das operações relacionadas ao incidente de queda da ponte que liga as cidades de Estreito (MA) e Aguiarnópolis (TO). Sob a liderança do Capitão de Mar e Guerra Gurski, atual Capitão dos Portos do Maranhão, a central de operações monitora os trabalhos de resgate.

Neste momento, 29 mergulhadores da Marinha (3) e bombeiros militares dos estados do Tocantins (10), Maranhão (10) e Pará (6), irão retomar as buscas e inspeções aquáticas na tarde de hoje, 25, reforçando os esforços para localizar possíveis vítimas.

ATUALIZAÇÃO 26/12 (21h30): Forças de segurança localizam três corpos de vítimas do incidente da ponte na BR-226

A Polícia Militar informa que a equipe integrada de buscas às vítimas do incidente na ponte na BR-226 que liga as cidades de Aguiarnópolis (TO) e Estreito (MA), localizou mais três corpos de pessoas que estavam desaparecidas no rio Tocantins.

O corpo de uma mulher de 48 anos foi localizado às 19h54 desta quinta-feira, 26, após emergir à superfície, cerca de 10km da ponte JK.

Outras duas vítimas foram localizadas por volta das 9h50, desta quinta-feira, 26, a cerca de 35 metros de profundidade. Um dos corpos está dentro da cabine de uma camionete Triton enquanto o outro foi localizado embaixo do veículo. Não foi possível realizar a extração dos corpos e a partir de agora, os operadores traçam estratégias para realizar novos mergulhos para retirá-los do local.

Com isso, o número de vítimas, sem vida, localizadas sobe para 9, enquanto os esforços das equipes permanecem focados em encontrar os desaparecidos.

Até o momento, 10 veículos foram identificados como envolvidos no desabamento, totalizando 18 vítimas entre feridos, desaparecidos e resgatados. São eles: 1 resgatado com vida, 9 óbitos confirmados (uma mulher de 25 anos, uma mulher de 45 anos, uma criança de 11 anos, um homem de 42 anos, um homem de 43 anos, uma mulher de 53 anos, uma mulher de 48 anos, e dois corpos ainda sem identificação) e 8 desaparecidos.

A Polícia Militar informa ainda que o Contra Almirante Maurício Barata Soares Coelho Rangel, Chefe do Estado-Maior do 4° Distrito Naval de Belém/PA, assumiu o comando das operações relacionadas ao incidente de queda da ponte.

Ao todo são 44 mergulhadores que trabalham nas buscas e inspeções aquáticas. Da Marinha (18), bombeiros militares dos estados do Tocantins (10), Maranhão (10) e Pará (6).

A Polícia Militar do Tocantins segue atuando no local em apoio à segurança e ao controle da área, reafirmando seu compromisso com a sociedade e prestando suporte às famílias atingidas por essa fatalidade.

Revisão Textual: Niceia Marques

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São Valério atualiza piso salarial e promove ampla valorização de professores efetivos e contratados

A prefeitura de São Valério, no sudeste do Tocantins, anunciou uma importante conquista para a educação municipal: a atualização do piso salarial de toda a categoria docente, contemplando professores concursados e contratados temporariamente. A decisão, fruto de um diálogo direto com representantes dos professores e sindicato, regulariza a data-base do magistério e projeta o pagamento dos salários já reajustados para os próximos meses de setembro e outubro de 2026.

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Parceria entre prefeitura, sindicato e conselho assegura pagamento do novo piso a partir de setembro e estende benefícios a toda a rede de ensino municipal.

A gestão do prefeito Wada deu um passo fundamental para elevar a qualidade do ensino público em São Valério com a consolidação do reajuste salarial dos educadores. O acordo soluciona demandas importantes da classe e garante a atualização do piso de maneira abrangente para o quadro de funcionários efetivos e prestadores de serviço contratados.

O avanço foi oficializado após uma mesa de negociação que reuniu o Executivo municipal, os docentes da rede, a presidência do Conselho Municipal de Educação e os representantes do Sindicato dos Trabalhadores em Educação no Estado do Tocantins (Sintet). Durante o anúncio, realizado ao lado do secretário municipal de Educação, Professor Elias, o prefeito Wada reforçou o empenho da administração em acolher os pleitos da comunidade escolar e assegurar a valorização de todas as categorias do funcionalismo na medida do possível.

De acordo com o cronograma anunciado pela gestão, os professores passarão a receber os proventos com o piso atualizado nos meses de setembro e outubro de 2026, momento em que também será aplicada a data-base reajustada para os professores do quadro permanente. O Professor Elias comemorou o desfecho da rodada de conversas, enfatizando que a implantação do piso salarial representava uma de suas prioridades de trabalho na pasta e que a sua autorização consolida uma expressiva vitória para a classe pedagógica do município.

O grande destaque da decisão da prefeitura está no seu impacto integral e inclusivo dentro da rede pública de ensino. Enquanto em julho do ano passado a atualização de direitos esteve restrita à data-base dos professores concursados, o reajuste atual alcançará de maneira isonômica os profissionais contratados. Essa unificação de critérios busca promover a igualdade de direitos e garantir uma educação local mais unida e de alto nível para toda a população.

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MPTO investiga supostos maus-tratos e violência psicológica em creche municipal de Aliança do Tocantins

O Ministério Público do Tocantins deu início a uma investigação rigorosa para apurar denúncias graves envolvendo crianças matriculadas na rede pública de ensino. O foco da apuração são relatos de ameaças, violência psicológica e maus-tratos que teriam ocorrido dentro do Centro Municipal de Educação Infantil (CMEI) Elizabetha Reni Worst, em Aliança do Tocantins, mobilizando as autoridades de proteção à infância para garantir a integridade dos alunos.

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Denúncia encaminhada pela Ouvidoria Nacional dos Direitos Humanos motiva abertura de procedimento administrativo para apurar condutas no CMEI Elizabetha Reni Worst.

O Procedimento Administrativo nº 2026.0005172 foi instaurado oficialmente no dia 31 de julho de 2026 pela 9ª Promotoria de Justiça de Gurupi. A medida, assinada pela promotora de Justiça Ana Lúcia Gomes Vanderley Bernardes, surgiu após o recebimento de uma denúncia via Ouvidoria Nacional dos Direitos Humanos. Inicialmente tratada como “Notícia de Fato”, a demanda foi convertida em procedimento administrativo devido à necessidade de um acompanhamento contínuo das providências administrativas e protetivas que o caso exige.

Até o momento, a investigação está em fase de coleta de informações, não tendo sido divulgado o número exato de crianças supostamente afetadas, a identidade de possíveis agressores ou as circunstâncias específicas em que os episódios teriam ocorrido. De acordo com as fontes, o Ministério Público já expediu ofícios à Secretaria Municipal de Educação, à direção do centro infantil e ao Conselho Tutelar, solicitando esclarecimentos detalhados sobre os fatos narrados na denúncia.

O objetivo central do órgão ministerial é fiscalizar as medidas adotadas para a proteção dos menores e monitorar a apuração das condutas relatadas. A Promotoria aguarda o retorno das requisições enviadas para avaliar se serão necessárias novas diligências ou a adoção de medidas judiciais e administrativas complementares. O prazo estabelecido para a conclusão dos trabalhos é 31 de julho de 2027.

É importante ressaltar que, por envolver menores de idade, todos os dados que possam identificar as possíveis vítimas estão sendo mantidos sob sigilo. Além disso, o MPTO esclarece que a abertura deste procedimento não configura, por si só, uma responsabilização antecipada de gestores ou servidores da unidade de ensino, tratando-se de uma etapa essencial de averiguação dos fatos.

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Justiça determina despejo de agência do Banco do Brasil em Aliança do Tocantins por dívidas de aluguel

O Banco do Brasil enfrenta uma ordem de despejo em Aliança do Tocantins após falhas sistemáticas no pagamento dos aluguéis do imóvel onde funciona sua agência local. A decisão judicial ressalta que a importância social da instituição não justifica o uso gratuito de propriedade privada, obrigando o banco a desocupar o espaço devido à quebra de contrato.

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Sentença estabelece prazo de 30 dias para desocupação após o fim do processo judicial; débitos remanescentes referem-se a diversos meses de inadimplência.

A Justiça do Tocantins determinou a desocupação de um imóvel utilizado pelo Banco do Brasil em Aliança do Tocantins devido ao atraso recorrente no pagamento do aluguel. A sentença fixa um prazo de 30 dias para que a instituição financeira deixe o prédio, contados a partir do trânsito em julgado da decisão. O caso evidencia o rigor jurídico diante de descumprimentos contratuais, independentemente do porte da instituição envolvida.

Anteriormente, o banco buscou mitigar o problema através de uma ação de consignação em pagamento, efetuando depósitos judiciais de parte dos valores devidos. No entanto, esses depósitos foram considerados suficientes apenas para quitar o período compreendido entre julho de 2024 e setembro de 2025. A pendência financeira persiste em relação a quatro meses anteriores a esse período e a todos os aluguéis vencidos desde outubro de 2025, que continuam em aberto.

Ao proferir a decisão, o magistrado rebateu o argumento de que a desocupação traria prejuízos à população local. De acordo com o entendimento judicial, a relevância da agência para a cidade não desobriga a instituição de cumprir seus contratos locatícios, nem permite que o custo da ocupação seja transferido ao proprietário do imóvel de forma gratuita.

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