Cidades

Jovem de 21 anos baleado em casa após ‘brincadeira em piscina’ morre após dias internado no hospital

Publicado há

em

O jovem de 21 anos que foi baleado em Porto Nacional, no início de maio, morreu no hospital após dias internado. A vítima é Lucas Rodrigues da Costa. No dia do crime, um homem de 37 anos também foi baleado e levado para o hospital. Uma testemunha informou que o crime aconteceu após uma ‘brincadeira na piscina’, enquanto o grupo bebia em uma casa, em Porto Nacional.
Um adolescente de 17 anos foi apreendido, suspeito pelo assassinato, e um homem adulto ainda é procurado pela Polícia Civil.

Na época, a defesa do adolescente disse, após a decisão de internação, que o menor se apresentou espontaneamente as autoridades policiais para cumprir o tempo de internação determinado e que não iria se manifestar sobre a investigação.
Lucas morreu neste sábado (24) no Hospital Geral de Palmas, segundo a Secretaria da Segurança Pública. O corpo dele foi levado para o Instituto de Médico Legal de Palmas, onde passou por exames de necropsia e foi liberado para os familiares.

A Polícia Civil informou que as investigações realizadas pela 7ª Divisão Especializada de Combate ao Crime Organizado de Porto Nacional foram concluídas e o inquérito encaminhado para o Poder Juduciário. Os autores do crime seriam o adolescente de 17 anos e um homem adulto, que ainda não foi localizado.
O crime aconteceu no dia 12 de maio. Lucas e um homem de 37 anos, que não foi identificado estavam consumindo bebidas alcóolicas em uma casa no setor Jardim dos Ypês, em Porto Nacional, quando foram surpreendidos por disparos de armas de fogo. Os dois ficaram gravemente feridos e foram levados para o hospital.
No dia 19 de maio, a Polícia Civil cumpriu uma ordem de internação contra o adolescente de 17 anos, suspeito pelo crime. Segundo uma testemunha entrevistada pela TV Anhanguera, que preferiu não se identificar, o desentendimento teria começado com uma brincadeira na piscina.

“Parece que houve uma briga na piscina, uma brincadeira na verdade. Não foi nem uma briga, e dessa brincadeira um dos agressores achou que estava tentando agredir, tentando afogar na piscina. Chocante. É de uma crueldade assim indescritível, sabe? É de uma frieza, é de uma banalidade, é de um motivo tão fútil, de algo que poderia ter sido resolvido na conversa”, disse.

Fonte: G1

Deixe uma Resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Populares

Sair da versão mobile