Policial

Servidor do Ministério Público é preso no aeroporto de Palmas por suspeita de pedofilia

O desembarque no Aeroporto Brigadeiro Lysias Rodrigues, na última quarta-feira (21), foi o ponto de partida para a detenção de um servidor do Ministério Público do Tocantins (MPTO). Investigado por suposto envolvimento em crimes de pedofilia, o homem agora enfrenta um processo sob sigilo após a coleta de evidências em sua residência e a confirmação de sua transferência para o sistema prisional da capital.

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Foto: Divulgação

Ação coordenada pelo Gaeco resultou em busca e apreensão na residência do investigado e na manutenção de sua prisão preventiva após audiência de custódia

A prisão ocorreu em um momento de movimentação no aeroporto de Palmas, quando as autoridades interceptaram o servidor logo após o seu desembarque. A operação, que contou com o suporte estratégico do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), não se limitou à abordagem inicial. Logo após ser detido, o suspeito foi conduzido pelos policiais até sua casa, onde foi cumprido um mandado de busca e apreensão autorizado pela Justiça.

Durante as buscas na residência, os investigadores localizaram e recolheram materiais que, segundo os relatórios preliminares, contêm indícios significativos da prática dos crimes investigados. Todo o material apreendido passará por perícia técnica para subsidiar a denúncia e detalhar a extensão das atividades ilícitas.

Dando continuidade aos protocolos legais, o servidor foi encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML) de Palmas para a realização de exames de corpo de delito. Na sequência, ele foi levado à Unidade Penal de Palmas. Após passar por audiência de custódia, onde a legalidade do procedimento foi avaliada, a prisão preventiva foi mantida, e o servidor permanece à disposição do Poder Judiciário.

Em posicionamento oficial, o Ministério Público do Tocantins confirmou que a investigação é um desdobramento de um pedido de prisão preventiva formulado pelo próprio órgão. A instituição ressaltou que o caso tramita sob rigoroso sigilo para proteger a identidade das possíveis vítimas e garantir a eficácia do processo. Além da esfera criminal, o MPTO informou que já iniciou as medidas administrativas cabíveis em relação ao cargo ocupado pelo servidor.

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