Política

Eduardo Fortes propõe novas Casas de Apoio em Barretos e Araguaína para acolher pacientes do Tocantins

O deslocamento para tratamento de saúde em outras cidades impõe um elevado desgaste financeiro e emocional a pacientes e familiares que enfrentam doenças graves. Com o objetivo de reduzir esse impacto, a proposta de campanha do deputado estadual Eduardo Fortes (Republicanos), candidato à reeleição, prevê a implantação de Casas de Apoio em Araguaína, no norte do Tocantins, e em Barretos, no estado de São Paulo.

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Foto: Divulgação

Iniciativa do deputado estadual e candidato à reeleição busca expandir modelo de acolhimento que já soma mais de 45 mil atendimentos em Palmas e Gurupi

A iniciativa tem como referência o modelo de sucesso da Casa de Apoio Nova Esperança, que é administrada pela ASEFAFTO e já mantém unidades em funcionamento em Gurupi e em Palmas. Juntas, as duas casas de acolhimento existentes somam mais de 45 mil atendimentos. A unidade instalada em Gurupi, que iniciou suas atividades em 10 de fevereiro de 2023, registrou um fluxo superior a 30 mil atendimentos apenas no ano de 2025. Já a estrutura da capital, Palmas, completou seu primeiro ano de funcionamento em 12 de agosto, contabilizando mais de 15 mil atendimentos ao longo desse período.

Além de oferecer moradia temporária e um ambiente acolhedor, as unidades asseguram quatro refeições diárias para os pacientes e seus acompanhantes durante a permanência longe de casa. O propósito do candidato é estender esse cuidado e estrutura, assegurando dignidade para as famílias em momentos de vulnerabilidade. “Quem precisa cuidar da saúde também precisa de acolhimento. Nossa proposta é ampliar esse apoio e estar mais perto das famílias”, ressaltou Eduardo Fortes sobre o projeto.

A viabilização das novas unidades dependerá de estratégias específicas para cada localidade. Em Barretos, município paulista que é referência nacional no tratamento oncológico, a implantação da casa está condicionada a uma parceria direta com o Governo do Estado. Em Araguaína, segunda maior cidade do Tocantins, o projeto seguirá o mesmo padrão de suporte e atendimento humanizado já executado nas sedes pioneiras. Embora a proposta possua um forte apelo social e enfrente pouca polarização política, a efetivação das parcerias e a destinação de verbas públicas para os novos abrigos só poderão ser avaliadas e consolidadas após o período eleitoral.

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