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Mega-Furto de Gado

Cerca de 400 cabeças de gado teriam sido furtadas e vendidas de uma propriedade em Dueré, no sul do Tocantins. O caso, que está sendo investigado há três meses, envolve o vaqueiro da fazenda e mais três pessoas.

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Quatro Pessoas Sob Investigação Por Desvio de 400 Animais

A Polícia Civil está à frente de uma complexa investigação que apura o desaparecimento e a comercialização de aproximadamente 400 bovinos de uma fazenda localizada na zona rural de Dueré. O inquérito foi aberto há três meses, após a denúncia do filho do proprietário. O herdeiro buscou a propriedade após o falecimento do pai para checar o rebanho, que originalmente totalizava mais de 500 cabeças. Ao constatar o sumiço completo dos animais, ele registrou a ocorrência na delegacia.

Os esforços da Polícia Militar culminaram na identificação e condução de quatro suspeitos, incluindo o vaqueiro da fazenda, à 12ª Central de Atendimento da Polícia Civil, em Gurupi, na segunda-feira (6). No entanto, por não se encontrarem em situação de flagrante, todos foram liberados. Os nomes não foram divulgados, o que impediu o contato com suas defesas.

Durante a abordagem, o vaqueiro admitiu aos militares ter realizado a venda do rebanho em duas etapas: 160 cabeças foram negociadas com um homem de 63 anos em Gurupi, e as 240 restantes foram destinadas a um comprador na zona rural de Alvorada.

A Polícia Militar localizou e interrogou o primeiro comprador em Gurupi. Ele confirmou a aquisição dos animais, informando que o pagamento foi efetuado por meio de cheques, dinheiro e Pix. Ele também revelou já ter negociado a maior parte do gado em um leilão, restando apenas uma novilha na fazenda. O dono do leilão atestou a transação. O segundo comprador, contudo, ainda não foi localizado pelas autoridades.

Posteriormente, em depoimento à Polícia Civil, o vaqueiro confessou ter vendido cerca de 100 cabeças de gado e alegou ter gastado todo o montante recebido. As investigações estão concentradas na 83ª Delegacia de Gurupi, e os suspeitos deverão ser novamente ouvidos nos próximos dias para esclarecer o crime de furto e venda dos animais.

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Despedida do K9 Raio: O Pitbull de Elite que Deixou um Legado de Bravura e Afeto no Tocantins

O cenário da segurança pública do Tocantins despediu-se, na última segunda-feira, 24 de agosto, de um de seus mais emblemáticos defensores de quatro patas. O cão policial aposentado K9 Raio, um pitbull que marcou época no combate ao crime organizado e passou seus últimos anos rodeado pelo carinho de um lar, faleceu em Gurupi em decorrência de complicações de saúde. Em reconhecimento ao seu histórico heroico, policiais militares prestaram uma última continência solene ao animal, que agora repousará no próprio batalhão onde serviu.

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Após ajudar a apreender mais de três toneladas de entorpecentes, o lendário cão policial da Força Tática de Gurupi recebe a última continência de seus companheiros de farda e será homenageado com um memorial.

Raio atuou por anos no Canil da Força Tática do 4º Batalhão da Polícia Militar (BPM) em Gurupi, situado no sul do estado. O cão era amplamente reconhecido por sua versatilidade e ostentava a classificação técnica de “tripla aptidão”. Além de sua destreza incomum no faro de armas e de substâncias ilícitas, ele era especialista em buscas e capturas de pessoas em áreas de mata fechada. O pitbull também se destacava em ações sociais comunitárias e de aproximação, participando ativamente de atividades com crianças e idosos. Ao longo de sua carreira operacional, o animal colaborou de forma integrada em investigações com a Polícia Civil, Polícia Federal e Polícia Rodoviária Federal (PRF), ajudando a retirar de circulação mais de 3 mil quilos de drogas.

Foto: Polícia Militar/Divulgação — Pitbull atuou no Canil da Força Tática do 4º BPM, em Gurupi

Foi justamente em meio a essas missões conjuntas que a trajetória de Raio cruzou o caminho de seu futuro tutor, o policial rodoviário federal João Eudes Duarte Neves. A convivência constante nos plantões e a afinidade que surgiu de forma espontânea entre os dois fizeram com que o agente decidisse adotá-lo assim que a Polícia Militar definiu que era o momento de aposentar o combatente de quatro patas. Nos últimos cinco anos, o implacável farejador deu lugar a um animal doméstico extremamente dócil e companheiro, que adorava brincar com as crianças na residência da família.

Foto: Arquivo pessoal/Divulgação

Apesar do merecido repouso, Raio enfrentava problemas de saúde desde a época em que foi adotado, passando por diversos tratamentos ao longo de sua aposentadoria. Recentemente, o quadro clínico do animal agravou-se de forma irreversível; debilitado pelas dores, ele parou de se alimentar e não resistiu. A partida do fiel companheiro deixou um profundo sentimento de dor, confortado apenas pela certeza de que ele pôde descansar de seu sofrimento. Segundo o policial militar Bruno Xavier, a última homenagem prestada a Raio foi um ato de gratidão pelos excelentes serviços prestados pelo cão às comunidades tocantinense e brasileira. O animal foi sepultado em uma área reservada no Canil da Força Tática do 4º BPM, onde os militares planejam construir um memorial físico para eternizar sua história de dedicação e bravura.

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Força-Tarefa Desarticula Rede Interestadual de Tráfego de Armas e Lavagem de Dinheiro

Uma ampla ação coordenada entre diferentes forças de segurança desarticulou uma sofisticada engrenagem criminosa de fornecimento de armamentos e lavagem de capitais. Batizada de Operação Arsenal, a ofensiva conjunta cumpriu mandados em municípios do Tocantins e Maranhão, revelando como dezenas de armas e coletes furtados de uma empresa privada de segurança passaram a servir de moeda de troca para o narcotráfico e para o fortalecimento de facções de atuação nacional em cinco estados.

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Operação Arsenal mobiliza 120 policiais em quatro cidades para desmontar esquema de armas roubadas no Tocantins que abasteciam facções nacionais e movimentavam milhões

As investigações que deram origem à operação tiveram como ponto de partida uma invasão altamente planejada à sede de uma empresa de vigilância privada localizada em Palmas, capital do Tocantins. Durante a ação, os criminosos cortaram o fornecimento de energia elétrica e desativaram os sistemas de monitoramento eletrônico para subtrair coletes balísticos e dezenas de armas de fogo. Rapidamente, esse arsenal foi enviado para fora do estado e passou a funcionar como moeda de troca para a quitação de dívidas antigas com o narcotráfico e para abastecer facções criminosas com forte presença nacional.

Coordenada pela Força Integrada de Combate ao Crime Organizado no Tocantins (FICCO/TO) — que reúne esforços das polícias Federal, Civil, Militar e Penal —, a ofensiva mobilizou cerca de 120 agentes públicos para cumprir 15 mandados de busca e apreensão. As diligências foram realizadas nos municípios tocantinenses de Palmas, Porto Nacional e Paraíso do Tocantins, além de Imperatriz, no Maranhão. O cruzamento de dados de inteligência identificou uma teia logística que conectava operadores do Tocantins e de Goiás a células criminosas localizadas também no Pará, Maranhão e Rio de Janeiro, garantindo o fluxo contínuo de armas e dinheiro.

No campo financeiro, o grupo utilizava um esquema sistemático de ocultação de patrimônio. Para ludibriar os órgãos de fiscalização e lavar os capitais ilícitos, a quadrilha movimentava recursos por meio de contas em nome de terceiros, pessoas jurídicas e sucessivos depósitos de valores fracionados. Essas contas registraram transações milionárias em curtos intervalos de tempo, sem qualquer compatibilidade econômica aparente, cujo montante era utilizado para retroalimentar o transporte de novas cargas de entorpecentes e armamentos. A força-tarefa mantém os trabalhos para localizar o restante dos armamentos subtraídos e identificar novos integrantes do esquema.

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Câmeras de segurança e roupas da vítima entregam dupla suspeita de furto em Gurupi

Na noite da última quarta-feira, 19 de agosto de 2026, uma rápida resposta do 4º Batalhão da Polícia Militar (4º BPM) resultou na prisão em flagrante de dois homens suspeitos de furtar uma residência no setor Jardim Eldorado, em Gurupi. Graças às imagens do sistema de monitoramento do imóvel e a detalhes incomuns, como um dos envolvidos estar vestindo as roupas da própria vítima, os policiais conseguiram localizar e deter a dupla pouco tempo após o crime.

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Ação rápida do 4º Batalhão da Polícia Militar do Tocantins resultou na prisão de dois homens de 40 e 47 anos no Jardim Eldorado

O caso teve início por volta das 21h45, quando a equipe policial foi acionada pelo Centro de Operações da Polícia Militar (COPOM) para averiguar uma denúncia de furto em andamento em uma residência situada na Avenida Espírito Santo. Ao chegarem ao endereço indicado, os militares conversaram com o solicitante, que confirmou que diversos pertences haviam sido levados de dentro do imóvel sem autorização.

O grande diferencial para a resolução rápida do caso foi o circuito interno de segurança da casa. As gravações registraram a ação e permitiram que a polícia identificasse com clareza as características físicas e as roupas dos suspeitos. De posse dessas informações, os militares iniciaram patrulhas intensivas pelas redondezas em busca dos autores.

Durante as diligências no perímetro, a equipe localizou dois homens com as mesmas características descritas. Ao realizar a abordagem e a busca pessoal nos indivíduos, os policiais encontraram uma aliança que havia sido furtada da residência. Além disso, um dos abordados estava vestindo roupas pertencentes à vítima, o que confirmou a participação no delito.

Diante das evidências, a vítima e os dois suspeitos foram conduzidos à 12ª Central de Flagrantes de Gurupi. Na delegacia, a autoridade policial de plantão analisou a ocorrência e ratificou a prisão em flagrante dos dois envolvidos, que agora permanecem detidos e à disposição da Justiça para os procedimentos legais.

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