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Retomada do Projeto Rio Formoso Impulsiona Economia e Segurança Hídrica no Tocantins

Em uma iniciativa que promete redefinir o cenário agrícola tocantinense, o Projeto Rio Formoso recebe novo fôlego, com a expectativa de impulsionar a economia local, gerar milhares de empregos e garantir a segurança hídrica para as futuras gerações. A solenidade que marcou o início dessa nova fase reuniu as principais lideranças políticas do estado, sinalizando um compromisso unificado com o desenvolvimento regional.

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Investimento de R$ 33,35 milhões promete transformar a produção agrícola e gerar empregos na região de Formoso do Araguaia

A cerimônia que celebrou a retomada das obras do Projeto Rio Formoso foi realizada em Formoso do Araguaia, no ginásio da Escola Municipal Hermínio Azevedo Soares, e contou com a presença do governador Wanderlei Barbosa. O projeto, reconhecido como um pilar essencial para a economia local, promete um futuro de prosperidade e abundância para o Tocantins.

O secretário de Estado das Cidades, Habitação e Desenvolvimento Regional (Secihd), Ubiratan Carvalho, detalhou que a etapa atual da revitalização terá uma duração de 12 meses, com a execução prevista para ser concluída em dez meses. O investimento total para essa fase é de R$ 33,35 milhões, sendo R$ 30 milhões provenientes de uma emenda parlamentar do senador Eduardo Gomes, repassados pela Codevasf, e R$ 3.350.000,00 de contrapartida do Governo do Tocantins. Desse valor, o governo estadual já adiantou R$ 1.350.000,00, demonstrando seu compromisso com a celeridade do projeto.

A importância da iniciativa foi reiterada por diversas vozes. O senador Amélio destacou o impacto do Projeto Rio Formoso como um “importante polo agrícola que gera empregos e renda, movimentando a nossa economia”. Ele ressaltou que a obra é crucial para o Tocantins, prevendo “novos e significativos impactos na produção de culturas à base de irrigação, a exemplo do arroz”. Amélio também enfatizou a sinergia entre o governador Wanderlei Barbosa e o senador Eduardo Gomes, afirmando que “o Tocantins vem sendo fortalecido por meio dessas boas parcerias em nível estadual e federal; e quem ganha é a população”.

O governador Wanderlei Barbosa, em seu discurso, sublinhou a relevância do projeto para a produção de grãos, reforçando que a revitalização “garante a segurança hídrica necessária para o aumento da produção agrícola, a expansão das áreas irrigadas e a otimização do uso sustentável dos recursos hídricos do Tocantins”.

A presença do vice-presidente do Senado, Eduardo Gomes, foi crucial, uma vez que ele destinou uma emenda de R$ 30 milhões para a revitalização. O senador justificou o investimento afirmando que ele proporcionará a continuidade e a expansão das atividades produtivas do Rio Formoso, essenciais para o desenvolvimento de toda a região e do estado.

O evento contou ainda com a presença de outras figuras políticas de destaque, como a senadora Professora Dorinha e o prefeito de Formoso, Israel Borges Nunes, que prestigiaram a solenidade que marca um novo capítulo para o desenvolvimento agrícola do Tocantins.

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Cidades

São Valério atualiza piso salarial e promove ampla valorização de professores efetivos e contratados

A prefeitura de São Valério, no sudeste do Tocantins, anunciou uma importante conquista para a educação municipal: a atualização do piso salarial de toda a categoria docente, contemplando professores concursados e contratados temporariamente. A decisão, fruto de um diálogo direto com representantes dos professores e sindicato, regulariza a data-base do magistério e projeta o pagamento dos salários já reajustados para os próximos meses de setembro e outubro de 2026.

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Parceria entre prefeitura, sindicato e conselho assegura pagamento do novo piso a partir de setembro e estende benefícios a toda a rede de ensino municipal.

A gestão do prefeito Wada deu um passo fundamental para elevar a qualidade do ensino público em São Valério com a consolidação do reajuste salarial dos educadores. O acordo soluciona demandas importantes da classe e garante a atualização do piso de maneira abrangente para o quadro de funcionários efetivos e prestadores de serviço contratados.

O avanço foi oficializado após uma mesa de negociação que reuniu o Executivo municipal, os docentes da rede, a presidência do Conselho Municipal de Educação e os representantes do Sindicato dos Trabalhadores em Educação no Estado do Tocantins (Sintet). Durante o anúncio, realizado ao lado do secretário municipal de Educação, Professor Elias, o prefeito Wada reforçou o empenho da administração em acolher os pleitos da comunidade escolar e assegurar a valorização de todas as categorias do funcionalismo na medida do possível.

De acordo com o cronograma anunciado pela gestão, os professores passarão a receber os proventos com o piso atualizado nos meses de setembro e outubro de 2026, momento em que também será aplicada a data-base reajustada para os professores do quadro permanente. O Professor Elias comemorou o desfecho da rodada de conversas, enfatizando que a implantação do piso salarial representava uma de suas prioridades de trabalho na pasta e que a sua autorização consolida uma expressiva vitória para a classe pedagógica do município.

O grande destaque da decisão da prefeitura está no seu impacto integral e inclusivo dentro da rede pública de ensino. Enquanto em julho do ano passado a atualização de direitos esteve restrita à data-base dos professores concursados, o reajuste atual alcançará de maneira isonômica os profissionais contratados. Essa unificação de critérios busca promover a igualdade de direitos e garantir uma educação local mais unida e de alto nível para toda a população.

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MPTO investiga supostos maus-tratos e violência psicológica em creche municipal de Aliança do Tocantins

O Ministério Público do Tocantins deu início a uma investigação rigorosa para apurar denúncias graves envolvendo crianças matriculadas na rede pública de ensino. O foco da apuração são relatos de ameaças, violência psicológica e maus-tratos que teriam ocorrido dentro do Centro Municipal de Educação Infantil (CMEI) Elizabetha Reni Worst, em Aliança do Tocantins, mobilizando as autoridades de proteção à infância para garantir a integridade dos alunos.

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Denúncia encaminhada pela Ouvidoria Nacional dos Direitos Humanos motiva abertura de procedimento administrativo para apurar condutas no CMEI Elizabetha Reni Worst.

O Procedimento Administrativo nº 2026.0005172 foi instaurado oficialmente no dia 31 de julho de 2026 pela 9ª Promotoria de Justiça de Gurupi. A medida, assinada pela promotora de Justiça Ana Lúcia Gomes Vanderley Bernardes, surgiu após o recebimento de uma denúncia via Ouvidoria Nacional dos Direitos Humanos. Inicialmente tratada como “Notícia de Fato”, a demanda foi convertida em procedimento administrativo devido à necessidade de um acompanhamento contínuo das providências administrativas e protetivas que o caso exige.

Até o momento, a investigação está em fase de coleta de informações, não tendo sido divulgado o número exato de crianças supostamente afetadas, a identidade de possíveis agressores ou as circunstâncias específicas em que os episódios teriam ocorrido. De acordo com as fontes, o Ministério Público já expediu ofícios à Secretaria Municipal de Educação, à direção do centro infantil e ao Conselho Tutelar, solicitando esclarecimentos detalhados sobre os fatos narrados na denúncia.

O objetivo central do órgão ministerial é fiscalizar as medidas adotadas para a proteção dos menores e monitorar a apuração das condutas relatadas. A Promotoria aguarda o retorno das requisições enviadas para avaliar se serão necessárias novas diligências ou a adoção de medidas judiciais e administrativas complementares. O prazo estabelecido para a conclusão dos trabalhos é 31 de julho de 2027.

É importante ressaltar que, por envolver menores de idade, todos os dados que possam identificar as possíveis vítimas estão sendo mantidos sob sigilo. Além disso, o MPTO esclarece que a abertura deste procedimento não configura, por si só, uma responsabilização antecipada de gestores ou servidores da unidade de ensino, tratando-se de uma etapa essencial de averiguação dos fatos.

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Justiça determina despejo de agência do Banco do Brasil em Aliança do Tocantins por dívidas de aluguel

O Banco do Brasil enfrenta uma ordem de despejo em Aliança do Tocantins após falhas sistemáticas no pagamento dos aluguéis do imóvel onde funciona sua agência local. A decisão judicial ressalta que a importância social da instituição não justifica o uso gratuito de propriedade privada, obrigando o banco a desocupar o espaço devido à quebra de contrato.

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Sentença estabelece prazo de 30 dias para desocupação após o fim do processo judicial; débitos remanescentes referem-se a diversos meses de inadimplência.

A Justiça do Tocantins determinou a desocupação de um imóvel utilizado pelo Banco do Brasil em Aliança do Tocantins devido ao atraso recorrente no pagamento do aluguel. A sentença fixa um prazo de 30 dias para que a instituição financeira deixe o prédio, contados a partir do trânsito em julgado da decisão. O caso evidencia o rigor jurídico diante de descumprimentos contratuais, independentemente do porte da instituição envolvida.

Anteriormente, o banco buscou mitigar o problema através de uma ação de consignação em pagamento, efetuando depósitos judiciais de parte dos valores devidos. No entanto, esses depósitos foram considerados suficientes apenas para quitar o período compreendido entre julho de 2024 e setembro de 2025. A pendência financeira persiste em relação a quatro meses anteriores a esse período e a todos os aluguéis vencidos desde outubro de 2025, que continuam em aberto.

Ao proferir a decisão, o magistrado rebateu o argumento de que a desocupação traria prejuízos à população local. De acordo com o entendimento judicial, a relevância da agência para a cidade não desobriga a instituição de cumprir seus contratos locatícios, nem permite que o custo da ocupação seja transferido ao proprietário do imóvel de forma gratuita.

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